Senadora Lídice da Mata apoia greve geral de trabalhadores contra reformas

A senadora Lídice da Mata (PSB-BA) anunciou no plenário do Senado que participará, ao lado do povo, da greve geral anunciada para esta sexta-feira

DIA 28 - GUANAMBI VAI PARAR !

Hoje (27), às 8:20, na Rádio Cidade 104.9, a Comissão Organizadora da Greve Geral em Guanambi, representada pela Presidente do SISPUMUR - Vilma Moura, em entrevista ao Programa Val Rodrigues fez um balanço das mobilizações do movimento sindical de Guanambi e Região rumo à GREVE GERAL do DIA 28 - GUANAMBI VAI PARAR.

DESCOBERTA DE OURO EM IRAMAIA PROMETE RETOMAR CICLO DA MINERAÇÃO NA BAHIA

Cinco alvos promissores para exploração de ouro foram descobertas em Iramaia, na região de Jequié, que prometem reaquecer o mercado do ouro baiano e a economia da região.ivo

Conheça o Por do Sol mais bonito de Guanambi

No dia (25), a TV Latinha foi percorrer e conhecer as lagoas da saída de Palmas de Monte Alto - BR-030, que ficam localizadas nas proximidades do Centro Industrial, da Pedra do Leão e do bairro Por do Sol.

Com nota 5 MEC aprova transformação da Faculdade Guanambi em Centro Universitário

A Faculdade Guanambi (FG) recebeu aprovação da Comissão do Ministério da Educação para ser transformada em Centro Universitário Guanambi.

dezembro 31, 2010

MEGA DA VIRADA


A Caixa Econômica Federal sorteou nesta sexta-feira (31), o maior prêmio da história das lotérias do Brasil.O sorteio foi realizado em São Paulo e transmitido ao vivo pela TV. Os número sorteados foram:


02-10-34-37-43-50

Feliz Ano Novo!!!



Eu lhe desejo, 
um NOVO ANO 
de muitas lutas, 
realizações 
e conquistas...

CHINA: CHEFE DE PARTIDO É FUZILADO POR CORRUPÇÃO


Bahia Notícias


Diferentemente do Brasil, onde os políticos corruptos vivem à sombra da impunidade, na China o assunto é levado à sério e, muitas vezes, às últimas consequências. O diretor do departamento disciplinar do Partido Comunista local (PCCh) na cidade de Chenzhou (província de Hunan) foi fuzilado por ter aceitado suborno, de acordo com a agência oficial "Xinhua". Zeng Jinchun, que também era subsecretário do Comitê Municipal, recebeu subornos no valor de 31 milhões de iuanes (cerca de R$ 7,8 milhões) durante o desempenho de cargos locais entre 1997 e 2006, segundo a sentença de um tribunal de Changsha, capital de Hunan. Em troca do dinheiro, Zeng ofereceu contratos ao setor minerador e postos de trabalho. O comunista foi condenado à morte em novembro de 2008, e a apelação da sentença solicitada pelo réu foi rejeitada em julho do ano passado. Dezenas de autoridades chinesas já foram condenadas à morte por envolvimentos com corrupção, um delito que para o governo é a principal causa das críticas dos cidadãos ao partido que dirige o país há mais de 60 anos.

dezembro 30, 2010

Em um dos últimos atos de governo, Lula lança novo RG


Agência Estado/A Tarde

Num dos seus últimos atos no governo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lançou hoje, no Ministério da Justiça, o Registro de Identidade Civil (Ric), a nova carteira de identidade dos brasileiros. Com 17 itens de segurança, o novo documento foi concebido para impedir fraudes e facilitar a vida dos cidadãos nas suas relações com o Estado, como obtenção de benefícios sociais e também nos contratos privados, como abertura de contas e operações bancárias, reduzindo a possibilidade de erros e prejuízos.

A novidade é que cada cidadão passa a ter um registro único em nível nacional, baseado em suas impressões digitais inseridas num chip dentro do cartão. O Ric reúne vários documentos, como CPF, identidade, título de eleitor e o Programa de Integração Social (PIS), num só.

“CIRCUITO DO LIXO” RECEBE PRÊMIO DO SESI

Pimenta na Muqueca





O projeto “Circuito do Lixo”, desenvolvido pela empresa Bahia Mineração junto à cooperativa de catadores de material reciclável Coopercicli, em Caetité, foi reconhecido com o Prêmio Sesi Qualidade no Trabalho (PSQT). A premiação se deu na categoria “Desenvolvimento Socioambiental”.

Lançado em 2010, o projeto busca difundir a importância ambiental da coleta seletiva nas comunidades de Caetité e Pindaí e beneficia diretamente a cooperativa formada por 30 catadores. Em menos de um ano, a iniciativa viabilizou um aumento de 90% na renda dos trabalhadores que integram a Coopercicli.

Para executar o “Circuito do Lixo”, a Bamin contratou a empresa Bainema Engenharia, que realizou um diagnóstico sobre a geração de resíduos sólidos e as oportunidades de se realizar o trabalho de coleta seletiva em Caetité. Já em Pindaí, o projeto orienta técnicos locais e avança no processo de instalação de uma unidade de compostagem.

Acordo concede crédito a clínicas e hospitais credenciados ao Planserv

Prêmio da Mega-Sena sobe para R$ 200 milhões



Francisco Galvão/Tribuna da Bahia

Mega da Virada atrai muitos apostadores

A Caixa Econômica Federal (CEF) revisou, nesta quinta-feira, a estimativa de prêmio para o sorteio da Mega da Virada, que chegou a R$ 200 milhões. Este é o maior prêmio da loteria brasileira.

O sorteio acontecerá às 20h (horário de Brasília) de sexta-feira, dia 31, e as apostas podem ser feitas até as 14h em qualquer casa lotérica do País. O jogo simples de seis dezenas custa R$ 2 e a chance de ganhar é de uma em 50.063.860.

Desaparecido político pode ter sido executado e enterrado em Palmas de Monte Alto

Jornal Farol da Cidade


A Rede Record de Televisão exibiu duas reportagens nos últimos dias 13 e 14 de dezembro monstrando o caso de um ativista político desaparecido durante a ditadura militar que governou o país entre 1964 a 1985. A matéria trouxe revelações bombásticas que envolvem a nossa região.

Os repórteres da emissora estiveram em Palmas de Monte Alto e suas investigações relatam que o advogado e professor João Leonardo, integrante da luta armada contra a ditadura pode ter sido executado no dia 4 de junho de 1974 no distrito de Caraíbas, zona rural do município. O corpo foi enterrado no cemitério público muniicpal, a princípio como indigente.

O jornalista do Farol da Cidade, Fabrício Lima, e o Vereador do PCdoB de Guanambi, José Carlos Lélis Costa - Latinha, visitaram Palmas de Monte Alto para colherem dados e informações que visam lucidar esse importante episódio do período militar.


 
Veja as fotos de alguns livros que seriam de João Leonardo doados por Neri Abade para Toninho Lélis.


Neri conta que num período chuvoso abrigou o desconhecido em sua casa, e que durantes as noites o desconhecido tinha intenso hábito por leitura e sempre se interessava por jornais. Um dia o homem foi embora da cidade deixando para traz vários livros que falavam sobre Max, Lênin, Che Guevara, entre outros. Diz Neri, nas suas próprias palavras, que os "livros eu dei  alguns anos atrás, lembro ter dado um para "João Bonitinho" e os outros para Toninho Lélis, irmão de Latinha", afirmou ele. Ao apresentar-lhe a foto de um grupo de presos políticos, o corretor apontou para João Leonardo fazendo a ressalva de que a pessoa que ele conheceu não usava bigode e que por aqui dera o nome de "Francisco".

Veja a matéria completa no Jornal Farol da Cidade.

Base do Molipo no Sertão



 
Integrante de guerrilha tentou montar base rural em Itapetim


Na zona rural de Itapetim, sertão pernambucano, permanece quase que intacto o sítio aonde um ex-dirigente do Movimento de Libertação Popular (Molipo) - posteriormente assassinado na Bahia pelas forças da repressão - sonhou instalar, no início dos anos 70, uma base rural para enfrentar a ditadura militar brasileira que por duas décadas comandou o País com mãos de ferro. Trata-se do Sítio Baixio, localizado a 02 quilômetros do centro de São Vicente, um distrito de Itapetim, município distante 430 km do Recife, a capital de Pernambuco.

Propriedade típica dos sertões nordestinos - ou seja, praticamente sem benfeitorias, apenas uma pequena casa de tijolo aparente e um barreiro para juntar a água da chuva-, o Sítio Baixio é de tamanho modesto (cerda de 10 hectares) e entre 1971 e 1974 pertenceu ao advogado baiano João Leonardo da Silva Rocha, um dos 15 presos políticos brasileiros libertados em troca do embaixador americano Charles Burke Elbrick, seqüestrado pela guerrilha de esquerda em 1969. Banido do Brasil, ao retornar, João Leonardo se instalou ali.

É claro que João Leonardo não chegou a São Vicente usando o seu nome verdadeiro. Ao adquirir o Sítio Baixio, ele se passava por José Lourenço da Silva, ou Zé Careca, apelido que ganhou da gente simples do lugar, pessoas como José Vital de Siqueira, o Zé de Vital, 63 anos, agricultor aposentado, que hoje lembra da vida no sítio do amigo: “Era um sítio igualzinho aos outros daqui. De vez em quando, ele chamava e nós ia caçar. Depois, ele ficava lá, cuidando de umas roçinhas bestas e ouvindo um rádio Siemens que ele tinha”.

Quando teve que sair de São Vicente por suspeitar que os militares tinham descoberto o seu projeto (Veja no texto seguinte, a resumida biografia de João Leonardo da Silva Rocha), Zé Careca deixou o Sítio Baixio aos cuidados da companheira sertaneja com quem viveu um grande amor e disse: “Se eu não voltar, faça o que quiser com tudo isso aqui que também é seu.” Como João Leonardo jamais voltaria, Virgínia Paes de Lima (a companheira hoje também falecida) cuidou do sítio até vendê-lo ao atual proprietário, Geneci José de Siqueira.

A casa do sítio ainda mantém o fogão a lenha onde o comunista cozinhava.

Embora preservado, atualmente o Sítio Baixio pouco produz: serve apenas para pequenos plantios de milho e feijão em épocas de chuva e funciona, também, como ponto de apoio para Geneci José de Siqueira (que não mora ali) encurralar seis vacas leiteiras. Além disso, tudo ali são apenas lembranças do tempo em que João Leonardo sonhou com uma base rural para impulsionar a luta contra a ditadura militar. Um sonho que nunca se concretizou: pelo contrário, resultou no trucidamento de ativistas políticos de esquerda como ele e tantos outros.

A passagem de João Leonardo da Silva Rocha pelo distrito de São Vicente foi um tanto misteriosa - e não poderia ser diferente uma vez que ele viveu ali na clandestinidade. Assim, hoje pouco se sabe do que ele fez (ou pretendeu fazer) ali. Mas, muitos têm consciência de que o Zé Careca foi um importante personagem da recente história política brasileira. Tanto que o prefeito da cidade, Adelmo Moura, decidiu, no início de agosto, propor à Câmara Municipal mudar o nome da praça central de Itapetim para Pça. João Leonardo da Silva Rocha.

Também no início deste mês de agosto, o diretor do Núcleo de Preservação da Memória Política do Fórum de Ex-Presos e Perseguidos Políticos do Estado de São Paulo, jornalista e professor universitário Ivan Seixas, esteve em São Vicente colhendo subsídios para escrever a história do ex-militante do Molipo – movimento ao qual também pertenceu, entre outros, o ex-ministro José Dirceu. Com ex-militantes como Amparo Aaújo e outros, Ivan Seixas é autor de dossiês sobre vítimas da ditadura militar brasileiro de 1964.

João Leonardo da Silva Rocha (1939 – 1975)

João Leonardo da Silva Rocha era filho de Maria Nathália da Silva Rocha e Mário Rocha. Nasceu a 04 de agosto de 1939, na cidade de Salvador, Bahia. Perteceu à organização política denominada Movimento de Libertação Popular (Molipo), da qual foi dirigente, e seu nome integra hoje a lista de desaparecidos políticos brasileiro anexa à lei nº 9.140/95 que reconhece como mortas pessoas desaparecidas em razão de participação, ou acusação de participação, em atividades políticas no período de 02 de setembro de 1961 a 15 de agosto de 1979.


Na foto, 13 dos 15 presos políticos libertados em troca do embaixador americano Charles Elbrick, que foi solto em 07/09/1969. João Leonardo é o primeiro abaixado, de branco, escondendo as algemas com o casaco.

João Leonardo fez o curso primário em Amargosa, Bahia, onde morava com seus pais. Estudou o primeiro ano do curso secundário no Colégio dos Irmãos Maristas, em Salvador, ingressando, a 29/02/1952, no Seminário Católico de Aracaju, onde permaneceu até 1957. Em 1959, aprovado em concurso público, tornou-se funcionário do Banco do Brasil em Alagoinhas (BA), cidade em que seus pais passaram a residir. Naquele mesmo ano começou ensinar Português e Latim no Colégio Santíssimo Sacramento e Escola Normal e Ginásio de Alagoinhas.

No início de 1962, João Leonardo da Silva Rocha muda-se para São Paulo, ainda como funcionário do Banco do Brasil, onde também passou a ensinar Latim e Português em colégios da região do ABC paulista. Era considerado excelente poeta e contista. Ingressou, logo depois, na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da USP, época em que passou participar da militância política. Foi diretor da Casa do Estudante, localizada na Av. São João, que abrigava alunos de sua Faculdade. Vem de uma testemunha inesperada – o filósofo e articulista Olavo de Carvalho – o depoimento de que, nessa época da Casa do Estudante, João Leonardo realizou excelentes duetos musicais com Arno Pires, que foi morto em fevereiro de 1972 e também pertencia ao Molipo.

João Leonardo cursava o último ano de Direito e já integrava a ALN (Agrupamento Comunista de São Paulo) quando foi preso pelo DOPS, no final de janeiro de 1969, no fluxo de prisões de militantes da VPR que mantinham contato com a organização de Marighella. O mesmo Olavo de Carvalho já escreveu mencionando as brutais torturas a que foi submetido o seu amigo daquela época. Os órgãos de segurança acusavam João Leonardo de participar do Grupo Tático Armado dessa organização guerrilheira, tendo participado a 10/08/1968 do rumoroso assalto a um trem pagador na Ferrovia Santos/Jundiaí, bem como de outras operações armadas. Foi, inclusive, indiciado no inquérito policial que apurou a execução do oficial do Exército norte-americano Charles Chandler, a 12/10/1968, embora não seja apontado como participante direto do comando que realizou a ação.

Em setembro de 1969, com o seqüestro do embaixador dos Estados Unidos no Brasil, João Leonardo foi um dos 15 presos políticos libertados e enviados ao México, oficialmente banidos do País. Transferiu-se para Cuba e recebeu treinamento militar naquele País, onde se alinhou com o grupo dissidente da ALN que gerou o Molipo. Retornou ao Brasil em 1971, se estabelecendo numa pequena localidade rural de Pernambuco, São Vicente, que era Distrito de Itapetim, sertão do Pajeú, quase divisa com a Paraíba. Raspou totalmente a cabeça e era conhecido como Zé Careca. Tornou-se lavrador, tendo adquirido um pequeno sítio onde trabalhava. Gostava muito de caçar e era exímio atirador. Era muito querido na região e, como tinha habilidades artesanais, fazia brinquedos com que presenteava as crianças.


Chegada dos ex-presos políticos ao México, em 1969. No detalhe, Flávio Tavares (carregando objetos), o grande Gregório Bezerra (cabelos brancos), e - segurando uma caixa - , João Leonardo da Silva .

Foi um dos poucos sobreviventes entre os militantes que tentaram construir bases rurais do Molipo, entre 1971 e 1972, tanto no Oeste da Bahia quanto no Norte de Goiás, território atual do Tocantins. Quando pressentiu que podia ser identificado na região de São Vicente, mudou-se para o interior da Bahia, onde terminaria sendo localizado e morto em junho de 1975, ano em que o Molipo e ALN já não existiam mais e João Leonardo buscava sobreviver e trabalhar. Num choque com agentes policiais que, ainda hoje, é recoberto por densa camada de mistério e informações desencontradas, foi executado por agentes da Polícia Militar da Bahia em Palmas de Monte Alto, município entre Malhada e Guanambi, no Sertão Baiano, margem direita do Rio São Francisco, divisa entre Bahia e Minas.

Seu caso foi o último episódio a confirmar a existência de uma verdadeira sentença de pena de morte extra-judicial, decretada pelos órgãos de segurança para todos os banidos que retornassem ao Brasil com a intenção de retomar a luta contra a Regime. (Texto do livro “Dossiê dos Mortos e Desaparecidos Políticos a Partir de 1964”).

O Molipo

O Movimento de Libertação Popular (Molipo) foi um dos grupos que deflagraram a guerrilha urbana no Brasil entre 1968 e 1973. Surgiu em 1971 como uma dissidência da Ação Libertadora Nacional (ALN) que, por sua vez, teve origem no Partido Comunista Brasileiro (PCB) e era comandada por Carlos Marighella, antigo dirigente do Partidão. Dissidência armada do PCB, a ALN surgiu em 1967.

O Molipo tinha contingente reduzido e, segundo o livro Brasil Nunca Mais, “foi extinto com a execução sumária ou sob torturas da maioria dos seus membros, entre os quais se destacaram líderes estudantis paulistas como Antônio Benetazzo, José Roberto Arantes de Almeida e Jeová Assis Gomes”. José Dirceu, ex-chefe da Casa Civil do Governo Lula e ex-presidente do PT foi um dos seus integrantes.

dezembro 29, 2010

“Tudo como Dantas no quartel de abrantes”, diz Protógenes sobre PF


IG - Protógenes Queiroz (PCdoB), deputado federal

Prestes a tomar posse como deputado federal pelo PC do B de São Paulo, o delegado Protógenes Queiroz criticou nesta quarta-feira, pelo Twitter, a escolha do superintendente da Polícia Federal em São Paulo, Leandro Daiello Coimbra, para o comando da instituição em Brasília. “Tudo como Dantas no quartel de abrantes!!! [sic] O novo DG [diretor geral] da PF é a continuidade da realidade policial brasileira”, registrou o deputado no microblog, para depois arrematar em tom enigmático: “Não foi por falta de aviso”. Procurada, a assessoria da Polícia Federal em São Paulo informou que Leandro Daiello Coimbra não concederia entrevistas nesta quarta. Protógenes Queiroz ficou nacionalmente conhecido por ter comandado a Operação Satiagraha, que prendeu por duas vezes o banqueiro Daniel Dantas, em 2008, devido a suspeitas de crimes contra o sistema financeiro no Banco Opportunity. (G1)

Política Livre

Natal da Família Primo 24/12/ 2010


Natal da Família Primo 24/12/ 2010


Festa da Camiseta

VIROU CARNAVAL: ARMANDINHO TOCA PARA LULA

Foto: Max Haack/BN

Em sua última visita à Bahia, para inaugurar 680 novas unidades do Minha Casa, Minha Vida e autorizar a construção de mais 170 mil novas unidades, o presidente Lula recebeu as bênçãos do afoxé Filhos de Gandhi e acordes de homenagem de Armandinho. Depois de tocar “Chame Gente”, para trazer o povo mais para perto, e “Água Mineral”, para amenizar o calor no bairro de São Cristóvão, em Salvador, o filho de Osmar Macedo conclamou os presentes a entoar o “Olê olê olê olá, Lulá Lulá” para o filho de Dona Lindu, e foi correspondido. O presidente pernambucano se despede com festa na Bahia.

Bahia Notícias
(Rafael Rodrigues / João Gabriel Galdea)

dezembro 28, 2010

Renovação de matrícula na rede estadual vai até dia 30

Karina Costa A Tarde

Estudantes da rede estadual de ensino que não confirmarem a matrícula até a próxima quinta-feira, 30, podem perder a vaga para estudar em 2011. Este ano, o processo de renovação está informatizado e basta levar documento de identificação à escola onde o estudante está matriculado para assinar o termo de renovação.

Segundo a Secretaria da Educação do Estado da Bahia (SEC), 4,5 mil profissionais estão envolvidos no processo da matrícula 2011. As escolas situadas "em localidades remotas, onde ainda não é possível se instalar internet segura" não contarão com o processo informatizado.

Documentação - Para quem ainda busca vaga em escola estadual, é preciso ficar atento ao calendário da SEC e também aos documentos exigidos para a matrícula dos novos alunos. É necessário levar original do histórico escolar ou atestado de escolaridade; original e cópia da certidão de registro civil ou cédula de identidade; original e cópia do comprovante de residência – conta de água ou luz –; carteira do SalvadorCard para escolas do município de Salvador e duas fotos 3x4 recentes. Para a educação profissional são exigidos original e cópia.

Calendário:

Até dia 30/12 - Renovação para alunos que ficarão na mesma escola
Dias 18 e 19/01 - Transferência de concluintes: para os estudantes que cursam da 4ª a 8ª séries (5º ano do ensino fundamental das redes municipal e estadual cujas escolas não ofereçam a série subsequente
Dias 20 e 21/ 01 - Transferência para alunos que desejam mudar de unidade escolar
Dias 24 e 25/01 - Matrícula para estudantes candidatos à rede pública estadual de ensino fundamental
Dias 26 e 27/01 - Para os candidatos à vagas da rede estadual no ensino médio

dezembro 27, 2010

SEIS MESES DE IMPUNIDADE



Pimenta na Muqueca

Faz seis meses nesta quarta-feira, 29, que o dirigente do Sindicato dos Rodoviários da Bahia, Paulo Colombiano, e sua companheira Catarina Galindo foram assassinados. Eles foram alvos de dois bandidos, que estavam em uma moto e abordaram as vítimas quando estas chegavam em casa, no bairro de Brotas, em Salvador. Data do crime: 29 de junho de 2010.

Há indícios, segundo a própria Secretaria da Segurança Pública da Bahia, de que Colombiano e Catarina Galindo foram alvos de crime de mando. No entanto, seis meses depois o crime continua envolvido em mistério e sem autoria conhecida.

Familiares e amigos das vítimas mantêm a oferta de R$ 10 mil de recompensa para quem oferecer informações que levem à identificação dos assassinos.

Ultima Postagem

SEM VOTO E REJEITADO POR 92%, TEMER PODE TER A MAIOR GREVE DA HISTÓRIA

Protagonista do capítulo mais vergonhoso da história do País, Michel Temer, que chegou ao poder por meio de uma conspiração de político...