30 de nov. de 2021

Hemoba encerra semana do doador com quase 4 mil bolsas de sangue coletadas

 

Foto: Fernando Vivas/GOVBA

Em apenas seis dias de campanha em homenagem ao Doador Voluntário de Sangue, a Fundação Hemoba mobilizou 5.148 voluntários à doação e coletou 3.920 bolsas de sangue em Salvador e no interior do estado. As doações vão ajudar a manter os estoques em níveis satisfatórios nos próximos dias, porém a necessidade de hemocomponentes é constante. Nesta semana, a unidade móvel de coleta da instituição atenderá a população de terça-feira (30) a sexta-feira (3), das 8h às 17h, no Hospital da Mulher, em Salvador.  

“Estamos muito gratos pela colaboração de todos na Semana do Doador, em especial aos voluntários, agentes multiplicadores e doadores anônimos, que contribuíram para este resultado positivo, mas o trabalho de captação de novos doadores não pode parar, pois os componentes do sangue têm curta validade para utilização. Após o fracionamento do sangue, as plaquetas, por exemplo, duram apenas cinco dias e as hemácias podem ficar armazenadas, em determinada temperatura, de 35 a 42 dias”, explica o diretor-geral da Hemoba, Fernando Araújo.

As transfusões de sangue fazem a diferença na vida de centenas de pessoas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que de 3% a 5% da população de um país deve ser doadora. No Brasil, o percentual de doadores está em torno de 1,9%, muito abaixo do que é considerado ideal. Na Bahia, a situação é ainda mais delicada, pois apenas 1,4% da população doa sangue regularmente.  

Para doar 

É preciso que os voluntários compareçam a um dos postos de coleta da Hemoba portando documento original com foto, que pesem acima de 50 kg, estando bem descansados e alimentados, evitando alimentos gordurosos. É preciso ter entre 16 e 69 anos, sendo que os menores de 18 anos devem estar acompanhados por um responsável legal, não fumar por pelo menos duas horas e não ingerir bebida alcoólica 12 horas antes. 

Postos fixos de coleta

Interior

Hemoba – Brumado
Tel.: (77) 3441-1363

Hemoba – Guanambi
Tel.: (77) 3451-7004

Fonte: Ascom/Hemoba

29 de nov. de 2021

Mapa do Turismo brasileiro: Portaria do Ministério do Turismo atende pleito da CNM

O Programa de Regionalização do Turismo tem por objetivo promover a convergência e a articulação das ações do Ministério do Turismo e do conjunto das políticas públicas setoriais e locais, tendo como foco a gestão, a estruturação e a promoção do turismo no Brasil, de forma regionalizada e descentralizada, alinhadas aos princípios da Política Nacional de Turismo, estabelecidos pela Lei 11.771, de 17 de setembro de 2008.

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Portaria 41, do Ministério do Turismo (MTur), publicada na última sexta-feira, 26 de novembro, atende a uma demanda encaminhada pela Confederação Nacional de Municípios (CNM). A entidade enviou ofício e participou de diversas reuniões com a pasta federal para tratar do tema. A portaria consolida e atualiza as normas sobre o Programa de Regionalização do Turismo, a Categorização dos Municípios do Mapa do Turismo Brasileiro e o Mapa do Turismo Brasileiro, além de estabelecer os critérios, as orientações, os compromissos, os procedimentos e os prazos para a composição do programa. 


A CNM compreende que o Mapeamento é uma das estratégias previstas no Programa de Regionalização do Turismo e que este é considerado pelo MTur, desde 2013, um Programa estruturante, já que tem por princípio o desenvolvimento regional como estratégia de fortalecimento dos Municípios por meio de roteiros turísticos pré-estabelecidos e integrados.

Confira a portaria na íntegra aqui

Foto: Agência Brasil

Mais de 10,5 milhões "esqueceram" o PIS/Pasep



Os brasileiros devem ficar alertas. Mais de 10,5 milhões de pessoas ainda não sacaram o saldo da conta dos fundos do PIS/Pasep. Cerca de R$ 23,3 bilhões estão "esquecidos", segundo a Caixa. 

As cotas do Programa de Integração Social e do Programa de Formação do Patrimônio Servidor Público podem ser sacadas pelas pessoas que trabalharam com carteira assinada entre 1971 e 1988. Se o cotista faleceu, o herdeiro também tem direito. 

O saque está liberado desde agosto de 2019 e pode ser realizado até o dia 1º de junho de 2025. Os interessados podem solicitar o saque pelo aplicativo Meu FGTS ou numa agência da Caixa. 

Para saber mais detalhes ou se tem direito, basta acessar o site www.caixa.gov.br/cotaspis. Já o saldo pode ser consultado pelo internet banking da Caixa ou no aplicativo e site do FGTS.  

SINDICATO DOS BANCÁRIOS DA BAHIA

EMPRESA ESPANHOLA VAI INVESTIR 5 BILHÕES DE REAIS NA BAHIA

 

A empresa Acciona Energía assinou um acordo com a Casa dos Ventos para a aquisição de dois projetos eólicos em desenvolvimento (Sento Sé I e II), na Bahia, o que representa a entrada da companhia espanhola no mercado brasileiro de geração renovável.

Os parques, que somados podem chegar a até 850 MW de potência, estão em processo de obter as autorizações necessárias para a sua execução, as quais estão previstas para o próximo ano.

Com tais autorizações, a Acciona poderá aprovar o investimento e iniciar a construção, disse a nota. A execução completa de ambos os parques significaria um investimento de cerca de 800 milhões de euros (R$ 5 bi).

A Acciona Energía estabeleceu a meta de dobrar seu tamanho e alcançar 20 GW de capacidade instalada até 2025, com base numa carteira de 9,8 GW de projetos em desenvolvimento avançado, aos quais serão somados agora os 850 MW dos parques eólicos Sento Sé I e II.

Foto: divulgação

Mais fome: governo esvazia orçamento para cisternas

 


Temer e Bolsonaro desmontaram programa do PT que beneficiou cinco milhões de pessoas. Sem água para produção de alimento, fome volta a assolar o semiárido

O esvaziamento do Programa 1 Milhão de Cisternas (P1MC), que em 13 anos de governos do PT beneficiou 5 milhões de pessoas com 1,3 milhão de reservatórios, agrava os danos da atual estiagem no semiárido. A situação foi mencionada no documento Carta de Brasília, emitido na última semana pela Câmara Técnica da Agricultura Familiar do Consórcio Nordeste, que deplorou o desmonte promovido pelos governos pós-golpe.

Criada em 2003, por Luiz Inácio Lula da Silva, e reestruturada em 2013, por Dilma Rousseff, a política pública se fundamentou em matriz desenvolvida e multiplicada pela Articulação do Semiárido Brasileiro (ASA). O sucesso em promover o acesso à água para o consumo humano e para a produção de alimentos em domicílios de baixa renda e escolas públicas da zona rural fez do programa referência internacional.

Hoje, a ASA, que congrega mais de 3 mil entidades da região, vai à imprensa denunciar o pior desempenho desde 2003. Mesmo com orçamento já irrisório de R$ 32 milhões, neste ano, o desgoverno Bolsonaro não desembolsou um centavo sequer para o P1MC. Até a última semana, foram empenhados (reservados) apenas R$ 496.447, ou 1,5% da dotação orçamentária, decorrentes de emendas parlamentares.

Responsável atualmente pelo programa, o Ministério da Cidadania afirmou para o jornal Valor Econômico que a pandemia fez subir o preço do material de construção, e por isso projeta a entrega de apenas 6 mil cisternas ainda(!) em 2021. Mesmo se a promessa for cumprida, é menos que os 6.610 reservatórios instalados em 2003, quando o programa ainda se estruturava a partir de um orçamento elaborado no exercício anterior.

De janeiro a agosto deste ano, foram concluídos 1.632 depósitos de água para consumo humano, 354 para produção de alimentos e 57 em escolas. Em 2020, foram entregues 8.310 – queda de 73% em relação a 2019, quando foram construídos 30.583 reservatórios. O índice de redução chega a 94,5% em comparação com 2014, quando o Governo Dilma bateu o recorde de 149 mil cisternas instaladas.

Após o salto de recursos e obras registrado entre 2011-2014, o golpe de 2016 fez orçamento e entregas despencarem. Em 2014, por exemplo, Dilma investiu R$ 643 milhões. Já o desgoverno Bolsonaro previu R$ 183 milhões para o quadriênio (2020-23), uma média de R$ 45,7 milhões ao ano. Mas na prática, nem isso consegue executar – e investe-se cada menos.

Os volumes entregues em 2016-2017 se referiram a projetos em andamento, iniciados durante o Governo Dilma. A partir de 2018, sob o usurpador Michel Temer e Jair Bolsonaro, os piores resultados da série histórica vem ocorrendo em sequência. E como em 2020, a verba destinada em 2021 é proveniente de anos fiscais anteriores.

O déficit atual, afirmam os dirigentes da ASA, é de 350 mil cisternas, o que demandaria R$ 1,25 bilhão. Cada cisterna de placa de concreto tem custo aproximado de R$ 3,8 mil e capacidade de armazenar até 16 mil litros de água (da chuva ou de caminhões-pipa).

Em vez de diálogo, a volta da fome


“Historicamente, o semiárido é conhecido como a região da seca, da morte, das incapacidades. Nos últimos anos temos apresentado outra perspectiva, de convivência com o semiárido”, lembra Cícero Felix, coordenador da ASA. “No entanto, após a saída da Dilma Rousseff os orçamentos para construção de cisternas foram reduzidos drasticamente, e isso tem provocado fome e sede no semiárido.”

Alexandre Henrique Pires, da coordenação-executiva, diz que falta diálogo com o desgoverno Bolsonaro. “Não temos mais nenhum interlocutor dentro do ministério sobre o programa de cisternas. É uma situação bastante delicada. O fato de o governo ter um orçamento previsto e não executar nada é uma demonstração de que não existe interesse na manutenção de um programa de envergadura social como este”, observa.

“A gente está falando de uma tecnologia social. Então, tem o envolvimento comunitário, o controle social de uso dos recursos”, prossegue o dirigente. “A gente está falando de organizações que têm uma capilaridade e conhecem as comunidades e as regiões. A gente está falando de famílias que, muitas vezes, o Estado nunca chegou a elas.”

“A gente vê progressivamente uma realidade muito grave voltar para o semiárido: a realidade da fome. São políticas de desenvolvimento que garantem segurança hídrica e alimentar para as famílias. No momento em que retira isso, a gente percebe que a fome volta, principalmente para comunidades mais vulneráveis, que estão dispersas”, afirma Valquíria Lima, coordenadora executiva da ASA em Minas Gerais.

Monitoramento feito entre 2013 e 2017 pelo Laboratório de Análise e Processamento de Imagens e Satélites (Lapis), ligado à Universidade Federal de Alagoas (Ufal), aponta que 12,85% do semiárido brasileiro passa por um processo de desertificação.

“Reduzir recursos significa colocar a população mais afetada dessa região em risco frente aos impactos ambientais que pode sofrer com as secas. Você tem uma redução do regime de chuvas nos últimos anos e essa redução pode ocasionar um aprofundamento da crise hídrica”, afirma Pires. “É fundamental que a gente amplie investimentos para que a população tenha condição de armazenar mais água, mais sementes e alimentos pra conseguir enfrentar esses contextos climáticos mais severos.”

Os dirigentes da ASA ressaltam que o desmonte promovido pelo desgoverno Bolsonaro faz com que um programa público afete outro. A produção agrícola permite às famílias acessar iniciativas de compra institucional, em especial o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae).

“No semiárido a base de tudo é a água. Na medida que você democratiza o acesso à água, você interfere em todo o ciclo de qualidade de vida das famílias. Não só na segurança alimentar, mas nos aspectos de saúde, qualidade de vida das mulheres, que carregavam latas d’água na cabeça para abastecer suas famílias com água, muitas vezes, imprópria”, aponta Valquíria Lima, coordenadora executiva da ASA em Minas Gerais.

“A gente vê progressivamente uma realidade muito grave voltar para o semiárido: a realidade da fome. São políticas de desenvolvimento que garantem segurança hídrica e alimentar para as famílias. No momento em que retira isso, a gente percebe que a fome volta, principalmente para comunidades mais vulneráveis, que estão dispersas”, finaliza.

Desde o final de setembro, a ASA promove a campanha “Tenho Sede”, para garantir a construção de 1 milhão de cisternas no semiárido. A campanha é realizada em parceria com o Consórcio Nordeste. As doações estão disponíveis na página da campanha.

Em apoio à campanha, Gilberto Gil lançou uma nova versão da canção clássica criada em 1976 por Dominguinhos e Anastácia. “Para milhões de famílias do semiárido, ter uma cisterna é a única forma de ter acesso à água para beber e plantar”, diz no vídeo de divulgação da campanha.

Programa Cisternas foi estratégico para o combate à fome


O semiárido abrange 1.262 municípios brasileiros nos nove estados do Nordeste e em parte de Minas. Na região vivem 27 milhões de pessoas, ou 12% da população brasileira. Nela encontram-se cerca de 80% das comunidades quilombolas brasileiras.

Criado dentro do escopo do Programa Fome Zero, como o Bolsa Família, o Programa Cisternas foi um passo fundamental para que o Brasil deixasse, em 2014, o Mapa da Fome da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO).

Nos 13 anos de governos Lula e Dilma, foram entregues 1.257.670 cisternas para consumo; 169.537 cisternas para produção de alimentos e criação animal e mais 6,9 mil cisternas escolares. Ainda há uma demanda estimada de 1,3 milhão de famílias sem acesso regular à água no meio rural, das quais 600 mil no semiárido.

A equipe do Grupo de Avaliação de Políticas Públicas e Economia, do Programa de Pós-Graduação em Economia da Universidade Federal de Pernambuco (GAPPE/ PIME/ UFPE), examinou os efeitos da expansão de acesso à água potável sobre os indicadores de mortalidade infantil no semiárido entre 2000 e 2010.

O estudo aponta uma redução de 19% das mortes onde o programa tinha dois anos de atuação, e de 69% nas localidades onde o tempo de atuação era de nove anos, em comparação a 2000. O resultado foi mais forte nos municípios com maior proporção de população rural e maior expectativa de anos de estudo, além de ser crescente em relação ao número de cisternas instaladas na localidade.

Nos 13 anos de governos Lula e Dilma, foram entregues 1.257.670 cisternas para consumo; 169.537 cisternas para produção de alimentos e criação animal e mais 6,9 mil cisternas escolares. Ainda há uma demanda estimada de 1,3 milhão de famílias sem acesso regular à água no meio rural, das quais 600 mil no semiárido.

“A melhor comida que vem para a nossa mesa é a comida que vem da agricultura familiar”, afirma Rafael Neves, da coordenação da ASA. “O P1MC já chegou a mais de 350 mil famílias, com a capacidade de produzir em seu quintal e melhorar a qualidade de alimentos da própria mesa e, muitas vezes, tendo o excedente de levar para a feira, para vender e gerar renda para a família.”

Segundo o dirigente, as cisternas são uma forma sustentável de se manter a água no semiárido, porque não causam impacto nos mananciais. “São milhares de famílias que, além de uma cisterna para o consumo humano, têm uma cisterna para a produção de alimento. A quantidade de feiras agroecológicas que passou a ter no semiárido nos últimos dez anos é incrível”, constata.

Por seus resultados, o P1MC recebeu, entre outros, o “Prêmio Sementes 2009”, da Organização das Nações Unidas (ONU), concedido a projetos de países em desenvolvimento feitos em parceria com organizações não-governamentais, comunidades e governos. Também recebeu o “Future Policy Award”, concedido pelo Comitê de Combate à Desertificação da ONU, em parceria com o World Future Council, em reconhecimento a uma das melhores políticas do mundo sobre o tema.

“É bom frisar, que só a partir dos anos 2000, e eu quero enfatizar 2003 como marco na história do semiárido brasileiro, porque até antes água – água é direito – sempre estava destinada às grandes propriedades, ao latifúndio, era pra lá que iam os investimentos públicos, para as grandes propriedades, para os fazendeiros”, disse ao Brasil de Fato Glória Batista, integrante da coordenação-executiva da entidade.

“A conjuntura política é muito ruim, e também vivemos uma crise sanitária. O governo que deveria agir em favor da população, em defesa da sociedade, é um governo que exclui, que exclui a maioria da sociedade, e isso traz como consequência a pobreza”, finaliza a dirigente.

Da Redação, com informações do Brasil de Fato e da revista O partido que mudou o Brasil.

Projeto desenvolvido no Campus Guanambi leva assistência técnica para agroindústrias da região

 




Um projeto desenvolvido pelo Instituto Federal (IF) Baiano está levando assistência técnica para agroindústrias produtoras de polpas de fruta, principalmente associações rurais e empreendimentos familiares onde mulheres são protagonistas dos empreendimentos.

O projeto faz parte do programa IF Mais Empreendedor, programa nacional de extensão tecnológica dos Institutos Federais que está remodelando os negócios de cerca de 1.400 empreendedores brasileiros afetados negativamente pela pandemia, por meio da atuação de 1.680 estudantes bolsistas, coordenados por 319 servidores da Rede.

No Campus Guanambi, um dos projetos aprovados, intitulado “Capacitação de produtores de polpa de frutas congeladas através da implementação de Boas Práticas de Fabricação – Uma alternativa viável para a recuperação econômica no cenário pós pandemia da COVID-19”, promoveu as ações em seis estabelecimentos, nos municípios de Brumado, Caculé, Guanambi, Ibiassucê, Palmas de Monte Alto e Pindaí.

Durante a execução das ações, foram realizadas visitas técnicas, confecção de manual de Boas Práticas de Fabricação, de formulários de procedimento operacional padrão (POP) e planilhas de controle de produção. Também foram realizadas análises físico-químicas e microbiológicas dos produtos, matérias primas e água utilizada nos processos.

A Cooperativa de Trabalho, Assessoria Técnica e Educacional para o Desenvolvimento da Agricultura Familiar (Cootraf) e Cooperativa Mista Agropecuária para Desenvolvimento Auto Sustentável da Agricultura Familiar (Coomadac)  atuaram como parceiros técnicos na execução das atividades nas agroindústrias.

De acordo com o biomédico Ricardo Brandão, servidor do IF Baiano e coordenador do projeto, as ações tiveram duração de sete meses e estão finalizando em novembro. “Mesmo com a conclusão das ações do IF Mais Empreendedor, a parceria da instituição com estes empreendimentos irá continuar com novas ações de apoio às associações e empresas familiares”, disse.

Uma das estudantes bolsistas do projeto de melhoria foi a estudante Carina dos Anjos Pinto, do sexto semestre do curso de Licenciatura em Química. Ela conta que mais do contribuir com sua formação técnica, a sua participação no projeto ajudou numa nova percepção social sobre empreendedorismo.

“O projeto abriu minha visão de transformação de vida, conheci pessoas da minha cidade, que até então desconhecia, um grupo de mulheres que empoderam-se a cada dia e fazem acontecer mesmo diante das dificuldades, geram renda para a comunidade com o processamento de polpas de frutas. O projeto me trouxe aprendizado, estendeu as minhas fronteiras e estabeleceu um elo entre meus conhecimentos acadêmicos e meu lado empreendedor.” Carina dos Anjos Pinto

Já a empreendedora Selma Neves dos Santos Porto, da Associação das Mulheres Camponesas da Agricultura Familiar e Solidária, reafirmou que a capacitação em Boas Práticas de Produção de Alimentos tem sido fundamental para a melhoria da atividade.

“A orientação para conquistarmos o registro do Ministério da Agricultura e as orientações de como nos comportar com a higienização e com a limpeza na produção estão sendo muito vantajosas para a associação. O professor Ricardo e toda sua equipe de alunos têm nos dado bastante conhecimento para melhorar a nossa produção e, consequentemente, conseguir melhor comercialização”, disse.








Empreendimentos participantes do projeto

  • Brumado – Associação Comunitária do Povoado do Campo Seco e Adjacências
  • Caculé  – Momucen – Movimento de Mulheres Camponesas do Mandacaru
  • Guanambi  – Sacolão Três Irmãs
  • Ibiassucê  – Flor, Fruto e Sabor
  • Palmas de Monte Alto  – Associação das Mulheres Camponesas da Agricultura Familiar Solidária
  • Pindaí  – Associação de Mulheres Beneficiadoras de Frutas e Agricultura Familiar de Mulungo

O IF Mais Empreendedor

O programa é financiado pela Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação (Setec/MEC) e no IF Baiano possui oito projetos fornecendo atendimento, apoio e orientação a micro e pequenos empreendedores e empreendedores individuais em cinco cidades da Bahia (Guanambi, Itapetinga, Itaberaba, Uruçuca e Teixeira de Freitas).

Cada projeto conta com seis estudantes bolsistas na equipe, que, com a orientação de professores qualificados, prestam consultoria aos negócios beneficiados. As equipes mapeiam o diagnóstico das necessidades da empresa e o seu público-alvo e capacitam os empreendedores, a depender do ramo do negócio, para o marketing digital, relacionamento interpessoal e intrapessoal, planejamento financeiro, precificação, inovação, elaboração de Procedimentos Operacionais Padrão (POP), elaboração de Manual de Boas Práticas de Fabricação, entre outras ações, por meio de oficinas, minicursos e encontros presenciais e virtuais.

28 de nov. de 2021

RODA DE VIOLA UMBUZEIRO ENCATANDO ANO 4 EM GUANAMBI









 

No dia 27 de Novembro, às 21 horas, no Sítio Brinco de Princesa em Guanambi, foi realizado dois shows de música popular RODA DE VIOLA UMBUZEIRO ENCATANDO ANO 4 com a participação de Eder Oliveira, Mariana Macedo, Keitson Amaral, Bernardino Band e Marx Amaral.

O evento foi um sucesso e contou com a participação animada do público que pode curtir as belas músicas da MPB interpretada por Eder Oliveira, Mariana Macedo e Keitson Amaral e curtir a banda de rock nacional e internacional e as belas músicas de Raul Seixas e outros roqueiros do Brasil com Bernardino Band e Marx Amaral.

Parabéns aos organizadores do projeto que proporcionou um grande de valorização das raízes da Música Popular Brasileira.

O show foi regado com cerveja, tira gostos, muita música, dança e a chuva que veio alegrar o nosso sertão. Viva a Roda de Viola Umbuzeiro Encantado!

PROJETO SOCIAL PÉ DE VENTO PROMOVE A 1ª ULTRA MARATONA E 1ª CORRIDA SOLIDÁRIA DE GUANAMBI

 


 




No dia 28, em Guanambi, o Projeto Social Pé de Vento promoveu a realização da 1ª Ultra Maratona 60 KM e a 1ª Corrida Solidário de Guanambi com a participação de 22 maratonistas de Guanambi, da Chapada Diamantina, de cidades da Bahia, de Minas Gerais e de outros Estados como Goiás, Espirito Santo e Pernambuco. A Corrida Solidária teve a participação de atletas de Guanambi, Bom Jesus da Lapa, Riacho de Santana, Caetité, Espinosa - MG, Monte Azul – MG e do distrito de Brejinhos das Ametistas - Caetité.

O percurso da maratona de Matina a Guanambi contou com a presença de 14 maratonistas e foi um sucesso. A Corrida Solidária de Guanambi teve um percurso de 5 KM passando pela Avenida Santos Dumont, BR-030, Lagoa de João Amaral, Avenida Guanabara e Praça do Feijão.

A chegada dos maratonistas da 1ª Maratona foi realizada na Praça Henrique Pereira Donato “Praça do Feijão” e contou com a parceria do Pedal Novembro Azul da União dos Ciclistas de Guanambi. Os grupos de ciclistas Marias na Bike, Anjos do Pedal, Vida na Bike, As Maravilhosas de Guanambi e as Amigas do Pedal acompanharam os maratonistas no percurso da 1ª Ultra Maratona.




Segundo o Coordenador do Projeto Social Pé de Vento, Willis Chaves, o evento foi um sucesso e veio para consolidar a realizada anual da Ultra Maratona e da Corrida Solidária de Guanambi. Também registrou que o evento deverá fazer parte do calendário esportivo da cidade, bem como agradeceu a participação e a parceria com a União dos Ciclistas de Guanambi.





O evento contou com as presenças do Vereador Paulo Costa (PCdoB) e do ex-Vice-Prefeito de Guanambi, Hugo Costa, que prestigiaram a realização da maratona e participaram da entrega dos troféus aos ganhadores das diversas categorias da maratona.

Paulo Costa usou da palavra para elogiar a brilhante atuação do Coordenador do Projeto Social Pé de Vento, Willis Chaves, destacou o sucesso do evento e falou da necessidade do evento ter o apoio do Poder Público Municipal.  


Veja a relação dos vencedores da maratona e as respectivas categorias:

 





CATEGORIA MASCULINA – 60 KM

1º Colocado: BIRIGUI Guanambi (Destaque da Maratona);

2º Colocado: DJALMA - Guanambi (Atleta do Projeto Pé de Vento);

3º Colocado: ISAC FERRAZ - Vitória da Conquista;

4º Colocado: GIBERTO CATUABA – Condeúba

5º Colocado: TATI – Vitória da Conquista

 




CATEGORIA FEMININA – 60 KM

1ª Colocada: JOELMA - Poções;

2ª Colocada: MICHELE - Vitória da Conquista

3ª Colocada: JAQUELINE - Guanambi (Atleta do Projeto Pé de Vento).

O evento contou com o apoio e o patrocínio de várias empresas e amigos do esporte: Comercial Araguaia, Vereador Paulo Costa, M7 Academia, SS Distribuidora, Sudesb - Superintendência dos Desportos do Estado da Bahia, Vereador Zaqueu Rodrigues, Deputada Estadual Ivana Bastos (PSD), Deputado Federal Daniel Almeida (PCdoB), Nego Bike, Mav Móveis, Guanacor, Projeto Bem Me Quer, Massa Construtora, FTF Engenharia, Espaço Bom Treino, Platinum, Flávia Fisioterapia, Fazolo Especiarias, O Baratão das Baterias, Rede Construir Constrular e Artegreem.  


 

UNIÃO DOS CICLISTAS DE GUANAMBI: SUCESSO DO PEDAL NOVEMBRO AZUL

 








No dia 28 (Domingo), na Praça do Feijão em Guanambi, a UNIÃO DOS CICLISTAS DE GUANAMBI promoveu o Pedal Novembro Azul com o objetivo de envolver  os homens e a sociedade na campanha pela prevenção do câncer de próstata.

O Pedal Novembro Azul é uma ação de conscientização para a saúde masculina que visa alertar os homens e a população sobre a importância da prevenção do câncer de próstata, através de exames de rastreamento e do diagnóstico precoce. A Sociedade Brasileira de Urologia recomenda que todos os homens com 45 anos de idade ou mais façam um exame de próstata anualmente.

Os diversos grupos de ciclistas de Guanambi uniram e organizaram o Pedal Novembro Azul em Guanambi com a realização de uma passeata no centro da cidade. Os organizadores desfilaram pela cidade com um carro de som com mensagem sobre a prevenção do câncer de próstata, bem como realizaram também uma campanha de arrecadação de alimentos em solidariedade a população carente da cidade “1 Kg de Amor 1 Kg de Alimento – Projeto de mãos dadas com o social.

A concentração inicial foi realizada na Praça do Feijão e contou com a parceria do Projeto Pé de Vento que realizou a 1ª Ultra Maratona de Guanambi 60 KM – 5   KM Solidário. Os ciclistas acompanharam os maratonistas no percurso da 1ª Ultra Maratona 60 KM e 5 KM Solidário, estabelecendo uma união dos projetos em apoio ao Pedal Novembro Azul. Os grupos de ciclistas acompanharam o percurso dos maratonistas no 5 KM Solidário pela Avenida Santos Dumont, BR-030, Lagoa de João Amaral, Avenida Guanabara e Praça do Feijão.

Também aconteceu a realização de atrações musicais com a apresentação de ginástica e música com Márcia Gabriele e a dupla de jovens artistas Quezia e Everton. Finalizando o evento, a comissão organizadora fez o sorteio de diversos presentes doados pelo comércio de Guanambi.

Os organizadores do evento agradecem a parceria e a colaboração da Prefeitura Municipal de Guanambi – Secretarias de Saúde e Cultura, Esporte e Lazer e o Departamento de Trânsito, 17º Batalhão da Polícia Militar, Dr. Marco Aurélio, Charles Fernandes, Iana Rocha, PROSERV, Tia Sônia, Dr. George Nogueira, Batatão, Triall Bike, Pilates com Fernanda, Intergriff Palmas de Monte Alto, Nego Bike, Biomodele, Pro Bike, Naza Bike, TV Conexão Guanambi e a imprensa local.  

“Homem que tem atitude se cuida! Pratica exercícios, se alimenta bem e vai no médico todos os anos para evitar e prevenir o câncer de próstata” – Pedal Novembro Azul: Uma ação para o ano todo!

União dos Ciclistas de Guanambi e do Projeto Pé de Vento - 1ª Ultra Maratona de Guanambi na campanha do Pedal Novembro Azul em Guanambi