• 14.08.2018: UM DIA PARA FICAR NA HISTÓRIA DE GUANAMBI

    A TV Latinha registrou com fotos e entrevistas o Dia 14 de Agosto de 2018 – 99 anos de emancipação política de Guanambi rumo ao Centenário da cidade.

  • Guanambi 99 Anos: Abraço à Cidade da Fundação Joaquim Dias Guimarães

    Hoje (14), Dia do Aniversário de Emancipação Política de Guanambi - 99 Anos , a Fundação Joaquim Dias Guimarães - FJDG realizou o 24º Abraço à Cidade na Praça Coronel Cajaíba com a participação de crianças, jovens, adultos, idosos, autoridades, personalidades histórias e lideranças políticas, bem como de diversas entidades comunitárias e de instituições educacionais.

  • Degradação ambiental do Rio Carnaíba de Dentro e os Riachos do Belém e dos Brindes em Guanambi

    De acordo estudos de campo, observa-se que o principal problema de desenvolvimento de Guanambi é a questão ambiental, a preservação das bacias hidrográficas, os resíduos sólidos, o desmatamento das áreas verdes e degradação das áreas históricas e naturais

  • CONSELHO DA CIDADE E CONSELHO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE VISITAM O RIACHO DO BELÉM EM GUANAMBI

    Hoje 11.08 – Dia do Estudante, uma comissão do Conselho da Cidade e do Conselho Municipal de Meio Ambiente de Guanambi fez uma expedição pelo Riacho do Belém no trecho do Parque da Cidade até Ponte de Dona Dedé, onde observou-se o processo histórico de degradação da APP - Área de Preservação Permanente. Também analisou o problema do descarte de lixo, esgoto, desmatamento e queimada. Em contra posição identificou-se diversas espécies de aves, peixes, cágados e outros animais silvestres.

  • I Fórum Guanambiense de Educação Ambiental

    Hoje (08), das 8 às 13 horas, aconteceu o I FÓRUM DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DE GUANAMBI organizado pela Prefeitura Municipal, através da Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente em parceria com o Conselho Municipal de Meio Ambiente e as secretarias de Educação, Cultura, Esporte e Lazer e de Assistência Social.

BATEU O DESESPERO EM BRASÍLIA; TEMER É UMA BATATA QUENTE PARA O PAÍS


O clima é de desespero e perplexidade em Brasília; o que fazer com Temer e o governo do golpe, que está insustentável?; a saída menos traumática e democrática para a crise é a renúncia de Temer e a convocação antecipada de eleições presidenciais; mas ele e a quadrilha seguram-se ao poder com unhas e dentes, com medo da prisão que parece inevitável depois de saírem do governo. 247 BRASIL
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TEMER NÃO CONSEGUE SE IMPOR A PARENTE, QUE AUMENTA A GASOLINA


Mais fraco do que Pedro Parente, que foi indicado por FHC para entregar as reservas do pré-sal e as refinarias da Petrobras, Michel Temer divulgou nota para informar que mantém a política de preços da estatal, a causa de todo o caos no País; no entanto, refinarias estão paradas em todo o País e podem provocar a queda do golpe. 247 BRASIL
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PARENTE AFRONTA O PAÍS E AUMENTA GASOLINA EM MEIO À CRISE

Em meio a uma crise sem precedentes, Pedro Parente volta a aumentar o preço da gasolina; a partir de amanhã (31), o preço nas refinarias subirá 0,74% e passará a ser de R$ 1,9671 por litro; em maio, o preço do combustível nas refinarias da Petrobras acumula alta de 9,42%; a decisão de subir o preço soa como uma afronta ao país. 247 BRASIL
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Chapa “As Três Marias": História política da Bahia e a inesquecível campanha de 1990




Registro histórico da campanha eleitoral de 1990, quando uma chapa majoritária para o governo estadual e senado foi integrada só por mulheres, a chapa “AS TRÊS MARIAS” com Lídice, Salete e Beth Wagner. Campanha eleitoral no município de Guanambi.



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PAUL SINGER: O petroleiro é nosso


PAUL SINGER
Desde que me conheço por gente, nunca vi uma greve de trabalhadores ser tratada de forma tão despótica e repressiva. Só mesmo no regime militar, em seu período mais autoritário. O governo se escudou detrás de uma decisão judicial para recusar qualquer conversação com os petroleiros em greve, para demitir, para ocupar refinarias por tropas do Exército, para abrir inquérito policial contra os grevistas. Está vitorioso. Obrigou os petroleiros a voltar ao trabalho de mãos abanando, sem qualquer garantia de que não haverá punições, de que o desconto dos dias parados será parcelado, de que a reivindicação salarial será negociada. Enfim, o governo impôs ao ``inimigo" rendição incondicional.

A sentença do TST desconsiderando a validade jurídica do acordo, que o governo fechou no ano passado com os petroleiros e depois voltou atrás, baseou-se numa tecnicalidade. E, sempre que isso acontece, é porque a sentença conflita com a lógica e o senso de justiça. O que não deixou de ocorrer desta vez. Como é público e notório, o governo do presidente Itamar fechou um acordo com os petroleiros e depois o rompeu. Os petroleiros se sentiram enganados e desrespeitados e sua greve teve toda a raiva consequente. Avaliaram mal a correlação de forças, superestimaram o apoio que poderiam ter da opinião pública, subestimaram a hostilidade que os novos ocupantes do poder federal sentem em relação aos ``privilegiados" empregados das estatais. Mas sua atitude foi compreensível e sua disposição de arrostar perigos e fazer sacrifícios, admirável.

A respeito da alegação do presidente da República de que ele não poderia transigir sem ferir a ordem jurídica, convém notar que a sentença da Justiça do Trabalho, considerando a greve dos petroleiros abusiva, só pode ter como consequência expor os grevistas a penalidades previstas em lei, tais como demissão, multa etc. Ela não pode ser entendida como ordem taxativa de volta ao trabalho, pois, nesse caso, estaríamos reinstaurando o trabalho forçado. Seria uma violação não só do direito constitucional de greve, que não está sujeito a qualquer aprovação de instância jurídica, mas do direito à liberdade individual, assegurado pelo art. 5º, inciso 2º, que diz: ``ninguém será obrigado a fazer ou deixar de fazer alguma coisa senão em virtude de lei". Essa foi a compreensão de inúmeros parlamentares de todos os partidos, que se esforçaram durante semanas para demover o governo de sua postura intransigente.

A intransigência do governo também não pode ser debitada à necessidade de defender o Plano Real diante do custo que a reivindicação salarial dos petroleiros poderia acarretar. Como ficou amplamente conhecido, o custo de paralisação quase total dos poços e das refinarias por um mês foi muito maior do que o valor que seria gasto, por muitos anos, se tudo que os grevistas pediam lhes fosse dado. Em outras palavras, seria muito mais econômico para o erário público encerrar a greve em poucos dias, iniciando uma negociação com os trabalhadores, do que mantê-la por 30 dias importando derivados de petróleo por centenas de milhões de dólares. Sem falar dos sofrimentos impostos aos que tiveram que penar em filas intermináveis para adquirir gás de cozinha ou gasolina.

A postura do governo só dá para entender numa lógica de enfrentamento com o movimento operário. Os petroleiros tiveram o azar (ou a honra?) de serem escolhidos como exemplo do que vai acontecer com qualquer categoria que ousar desafiar decisões do governo. Já se sinaliza que, como decorrência da grande vitória da ``ordem jurídica", qualquer garantia de reposição das perdas inflacionárias aos assalariados, mesmo dos que ganham pouco e comprovadamente carecem de poder de barganha, será sacrificada no altar da ``desindexação". E, se a CUT e os sindicatos se mostrarem incapazes de reagir, por efeito da lição dada aos trabalhadores do petróleo, as veleidades de desregulamentação e flexibilização da legislação do trabalho, já manifestadas pelo governo, serão rapidamente efetivadas.

Agora dá para entender os propósitos do atual governo de eliminar de vez a herança do getulismo que ainda resta em nossas instituições políticas e sociais. Ao que parece, trata-se de voltar aos bons tempos da Primeira República, quando a liberdade de contratar e despedir era plena e o movimento operário era tratado com toda a dureza da ``lei". Para quem se importa com as modestas conquistas sociais obtidas nos últimos 65 anos, chegou a hora de cerrar fileiras em torno dos sindicatos de trabalhadores para impedir que este início de retrocesso seja levado às últimas consequências. 


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Operação da Polícia Federal mira em três deputados federais


BAHIA NOTÍCIAS

Operação da Polícia Federal mira em três deputados federais
Foto: Luis Macedo/Câmara dos Deputados

A Polícia Federal cumpre nesta quarta-feira (30) mandados de prisão e de busca e apreensão contra esquema de manipulação de registros sindicais no Ministério do Trabalho. De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, entre os alvos da Operação, estão três deputados federais e servidores da pasta. As medidas estão sendo cumpridas nos gabinetes dos congressistas e no ministério. A operação, batizada de Registro Espúrio, cumpre 64 mandados de busca e apreensão, oito mandados de prisão preventiva e 15 mandados de prisão temporária, além de outras medidas cautelares. Parte dos mandados está sendo cumprida na Câmara dos Deputados nos gabinetes dos deputados Paulinho da Força (PDT-SP), Jovair Arantes (PTB-GO) e Wilson Filho (PTB-PB). A ação policial foi autorizada Supremo Tribunal Federal (STF) e os mandados estão sendo cumpridos no Distrito Federal, São Paulo, Goiás, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Paraná, Santa Catarina e Minas Gerais.
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Depois de descobrir a maior reserva de petróleo do mundo, Brasil tem cambista de gasolina

REUTERS/Sergio Moraes | Brasil 247 | Reprodução:

É inacreditável, mas é verdade: o Brasil, que, com o pré-sal, fez a maior descoberta de petróleo no século 21, chega ao fundo do poço, com a venda de gasolina no câmbio negro, em sites da internet; tudo isso é fruto do entreguismo de Pedro Parente, indicado por FHC, para comandar a Petrobras no golpe PSDB-MDB; no Mercado Livre, um anúncio de um vendedor de Mateus Leme, na Grande Belo Horizonte, divulga a venda de um galão com 20 litros de gasolina comum por R$ 150 - cada litro custa R$ 7,50. 247 BRASIL
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PETROLEIROS JÁ FALAM EM GREVE POR TEMPO INDETERMINADO


Se reivindicações não forem atendidas, a Federação Única dos Petroleiros (FUP) pretende parar a produção por tempo indeterminado; os 14 sindicatos ligados à entidade farão a princípio uma greve de advertência, que terá início nesta quarta-feira 30 e se encerrará em 72h; segundo a categoria, a carta feita por Pedro Parente, presidente da Petrobras, apelando contra a greve não surtirá efeito algum; em comunicado, a FUP critica duramente Parente e diz que "o povo está sendo sacrificado pelas escolhas" feitas por ele. 247 BRASIL

Mais um apagão e Parente já pode pedir música no Fantástico
Mesmo tendo sido responsável por dois apagões no Brasil – o da energia elétrica, em 2001, e o do desabastecimento gerado pela alta desenfreada dos preços dos combustíveis – o presidente da Petrobrás ainda pensa que pode convencer os trabalhadores e a sociedade de suas "boas intenções".
Por mais que ele o governo a que serve queiram concretizar o projeto de privatização da petrolífera brasileira, a Petrobrás ainda é uma empresa pública. Ficou claro para a população que a escalada dos preços dos combustíveis a níveis jamais vistos no país é consequência de uma política de gestão voltada unicamente para o mercado.
O povo está sendo sacrificado pelas escolhas que a atual administração da Petrobrás fez. O botijão de gás de cozinha disparou, levando as famílias brasileiras a voltarem a cozinhar com lenha e carvão. Pagamos uma das gasolinas mais caras do planeta e importamos cada vez mais diesel dos Estados Unidos. Mas, nada disso sensibiliza Pedro Parente. Pelo contrário. Ele continua seguindo à risca o que mandam o mercado financeiro e os investidores estrangeiros, seus patrões de fato e de direito.
Por sua determinação, a Petrobrás reduziu as cargas das refinarias e abriu mão do mercado nacional de derivados para que as importadoras tomassem conta. Parente quer que a empresa se concentre na exportação de óleo cru. Enquanto isso, o povo paga a conta da política de preços de derivados indexada ao dólar e ao barril de petróleo, que beneficia diretamente as importadoras. Se antes tínhamos cerca de 50 empresas desse tipo no Brasil, agora temos mais de 200.
O "grande gestor" que o mercado e a mídia defendem está levando o Brasil à bancarrota. Em oito dias de protestos dos caminhoneiros, a Petrobrás já perdeu R$ 126 bilhões em valor de mercado. A teimosia de Parente em manter a atual política de preços de derivados de petróleo custará ao país pelo menos R$ 10 bilhões em ajustes fiscais. Adivinhe quem pagará de novo a conta de mais esse apagão?
Não satisfeito em mergulhar o país em uma crise sem precedentes, o presidente da Petrobrás ainda tem a cara de pau de provocar os trabalhadores da empresa com uma carta dissimulada, que tenta transferir para a categoria petroleira a responsabilidade das escolhas que ele tomou.
Quer saber de fato, Pedro Parente, "como a Petrobrás e a sua força de trabalho podem melhor ajudar o Brasil neste momento?".
Suspendendo a privatização das refinarias, das fábricas de fertilizantes, dos terminais, dos oleodutos e dos gasodutos, das plataformas e dos campos terrestres de produção, das termoelétricas, da BR Distribuidora e de todos os ativos estratégicos que estão em vias de serem entregues.
Proíba seus diretores e gerentes executivos de ameaçarem os trabalhadores de demissão, nas reuniões e "apresentações" que vêm fazendo pelo país afora, tentando justificar a venda das unidades.
Retome a produção a plena carga nas nossas refinarias para que o povo brasileiro não fique refém das importadoras e volte a ter combustíveis a preços condizentes com o nosso custo de produção, que é muito mais barato do que comprar derivados fora do país.
Volte a investir no Brasil, construindo plataformas, navios e equipamentos aqui e não na Ásia. Gere valor agregado para a indústria nacional, criando empregos e renda no país, em vez do exterior.
Por isso, Pedro Parente, é SIM "com paralisações e com pressões para redução" dos preços do gás de cozinha e dos combustíveis que os petroleiros seguirão em luta, denunciando os prejuízos que a sua gestão tem causado ao Brasil. Nossa greve é para reafirmar que o maior acionista da Petrobrás ainda é o povo brasileiro e não o mercado.
Por isso, Pedro Parente, peça pra sair e deixe os petroleiros trabalharem!
Defender a Petrobrás e defender o Brasil.
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Governo do Estado reafirma isenção do terceiro eixo para caminhoneiros

AscomGovBA

O movimento nacional de caminhoneiros e carreteiros, que cobra do governo federal ajustes na política de preços dos combustíveis, foi recebido por representantes do Governo do Estado nesta terça-feira (29). Os 11 motoristas autônomos estiveram na Secretaria de Relações Institucionais (Serin), onde receberam do Governo do Estado a garantia da suspensão da cobrança do pedágio sobre o terceiro eixo dos caminhões, quando vazios.

Outros pontos foram apresentados aos representantes do governo estadual; no entanto, as pautas são de responsabilidade do governo federal. Ainda foi reafirmado o compromisso de manter o diálogo de uma forma mais ampla, com uma mesa de negociações permanente.
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RUI COSTA CRITICA TEMER E PARENTE AO VIVO NA GLOBO



Questionado na TV Bahia, afiliada da Globo, se reduziria o ICMS sobre os combustíveis, o governador Rui Costa (PT) disse que a Bahia já cobrava o menor ICMS para gás de cozinha e um dos menores para diesel; "O que nós temos que perguntar é por que o governo federal dobrou o ICMS e o PIS/Cofins de combustível. Este presidente que está aí, ele dobrou, ele aumentou 100%", disse; ele também criticou a política de preços da Petrobras; assista. 247 BRASIL
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Guanambiense expõe aquarela no Louvre em Paris, na França

 

Paulo Teixeira, artista plástico, fala sobre sua tela que será exposta no museu do Louvre em  Paris, na França.
Como aconteceu?
  • A artista plástica Rose Fernandes compartilhou a obra de Paulo em um grupo que tem várias curadoras, sua obra agradou a Angela, ele foi convidado e está expondo a pintura de um ‘João de Barro em aquarela’. Ele gostaria muito de acompanhar a obra nos dias de exposição, mas devido a falta de recurso e incentivo pelos órgãos da cultura, não vai ser possível.



FONTE: NEIDE LU - PROGRAMA FALA VOCÊ
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Cancelada a Audiência Pública que iria discutir revisão do plano diretor de Guanambi


Lajedão, ponto turístico de Guanambi, precisa da atenção da população e do poder público

Em parceria com o Conselho das cidades e do Conselho revisor do Plano Diretor do Município, a Câmara de Vereadores de Guanambi, em virtude da mobilização dos caminhoneiros foi cancelada a audiência pública marcada pra hoje (29),  às 19 horas, na Câmara de Vereadores. O objetivo é de discutir o tema com participação do poder público e a sociedade civil organizada. A audiência atende requerimento da Vereadora Maria Silva (Lilia) aprovado por unanimidade.
A realização de Audiência Pública para debater Plano Diretor do município de Guanambi, é de suma importância para a fundamentação do parecer do relatório final do Plano Diretor, pois proporcionará um amplo debate no âmbito jurídico, da sociedade civil organizada, buscando a dialética e a formatação de um texto que contemple, democraticamente, sobretudo, a população guanambiense. O evento tem por finalidade um amplo debate com os representantes sociais, de forma a envolver a todos na busca de soluções de problemas que afligem a população, sendo instrumento para colheita de mais informações, anseios da população para o planejamento de ações e deliberações técnicas que visam o crescimento do município de forma sustentável e que proporcione qualidade de vida aos munícipes. Informações da Ascom / Portal Fala Voce 
Foto: Neide Lu
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Lições da “greve dos caminhoneiros”

 FONTE: Written by
 - Brickmann & Associados Comunicação - B&A


Haroldo Lima
… Essa “nova” política nada tem de nova, é aplicada em alguns países e é chamada de Paridade de Preços Internacionais, PPI. Contudo, os países que a adotam têm características distintas das brasileiras, tem estoques reguladores, como os Estados Unidos, moedas mais ou menos estáveis relativamente ao dólar, como os Estados Unidos, onde a moeda é o próprio dólar…
As cinco medidas anunciadas ontem pelo governo ilegítimo de Michel Temer, em resposta às reivindicações da greve, podem levar à sua suspensão, mas não resolvem o problema existente, protelam-no.
A desastrada política de preços atuais de combustíveis da Petrobras não foi revogada, será mitigada. A Petrobras continuará sendo vista como uma empresa que tem compromissos impreteríveis com seus acionistas privados, estrangeiros em sua maioria, a quem tem de pagar dividendos, não com o Brasil, a quem teria que garantir abastecimento.
Os preços dos combustíveis, que estavam sendo reajustados diariamente, passarão a sê-los a cada 30 dias, depois do congelamento inicial de 60 dias. Ademais, Pedro Parente, cuja política de preços que impôs à Petrobras provocou um caos no país e fez a estatal perder R$74,3 bilhões de valor de mercado, não foi afastado, como seria natural, mas continua dirigindo a Petrobras segundo a sua concepção do que deve ser essa empresa. E é essa sua concepção, que não é só dele, e que predomina no momento, que está na raiz dos problemas aflorados. Senão vejamos.
A variação dos preços internacionais do petróleo, durante o governo Dilma, era repassada ao consumidor brasileiro de três em três meses, garantindo-se certa estabilidade nos preços e nos negócios. Era também uma forma de controlar a inflação.
Esse mecanismo, em certas circunstâncias, causava prejuízo à Petrobras, que comprava óleo e derivados no exterior a um preço determinado e vendia os derivados no mercado interno por um valor menor. Isto refletia um problema de fundo: o consumidor brasileiro não poderia ser submetido a preços extorsivos de combustíveis, tampouco a Petrobras deveria arcar, sozinha, por tempo prolongado, sem compensações, com os custos de preços contidos.
A Petrobras continuará sendo vista como uma empresa que tem compromissos impreteríveis com seus acionistas privados, estrangeiros em sua maioria, a quem tem de pagar dividendos, não com o Brasil, a quem teria que garantir abastecimento…
Essa questão demandava uma solução complexa que envolvesse o comportamento de setores do ciclo do combustível, principalmente de dois deles: o da produção, que a partir do pré-sal assumiu uma escala crescente que reduziu custos, e o da refinação, gravemente debilitado pela ausência de refinarias novas no país, onde a última inaugurada foi há 38 anos, e pela ociosidade das existentes.
Sobretudo depois do pré-sal, era evidente a necessidade de construção de novas refinarias e de ampliar o uso das atuais. Isto porque, do ponto de vista nacional, o óleo abundante que passamos a ter deveria ser refinado para abastecer o mercado brasileiro, o quarto do mundo, e para exportar, na medida das possibilidades.
Esse assunto começara a ser tratado na época do governo Lula, quando projetos de construção de refinarias passaram a ser examinados e capitais privados estavam sendo atraídos. Tudo isto tinha certa urgência, posto que, em escala mundial, a energia de origem fóssil não é hoje a mais incentivada, as que mais crescem são as outras.
Eis que o governo ilegítimo de Temer, com Pedro Parente na presidência da Petrobras, suspende tudo o que estava em curso ou se planejava, e o referido problema, assaz complexo, foi “resolvido” de forma simples, simplória. Pedro Parente anunciou, em julho de 2017, que a Petrobras resolvera adotar “nova política de preços”, repassando ao consumidor brasileiro todas as oscilações internacionais dos preços do petróleo e as variações do dólar. Esses repasses seriam feitos com rapidez, como de fato aconteceu, pois passaram a ser feitos “diariamente”.
…  De 3 de julho de 2017 para cá, com reajustes diários em certos períodos, a Petrobras elevou o preço do óleo diesel em suas refinarias 121 vezes, totalizando uma alta de 56,5%…
(JB 22/05/2018)
A novidade foi anunciada como algo que traria benefício ao consumidor, pois seriam repassados aumentos mas também recuos e, quem sabe, os recuos poderiam ser maiores…Pedro Parente, depois de se reunir com Michel Temer, disse que a nova política “pode resultar na queda do preço do combustível no Brasil” (G1, 27/09/2016).
Essa “nova” política nada tem de nova, é aplicada em alguns países e é chamada de Paridade de Preços Internacionais, PPI. Contudo, os países que a adotam têm características distintas das brasileiras, tem estoques reguladores, como os Estados Unidos, moedas mais ou menos estáveis relativamente ao dólar, como os Estados Unidos, onde a moeda é o próprio dólar. Aqui, era de se prever que, coincidindo variações maiores do preço do petróleo com alterações substanciais do câmbio, o resultado elevaria desproporcionalmente os preços dos combustíveis. E não deu outra.
De 3 de julho de 2017 para cá, com reajustes diários em certos períodos, a Petrobras elevou o preço do óleo diesel em suas refinarias 121 vezes, totalizando uma alta de 56,5%. (JB 22/05/2018).
Ao lado do diesel, a gasolina e o gás também estouraram, sendo que, em 2017, o aumento do gás fez com que mais de 1,2 milhão de domicílios passassem a recorrer à lenha e ao carvão. (PNAD, abril de 2018).
Agora bem. Em 2016, Pedro Parente assumiu a presidência da Petrobras afirmando que “a política de preços passaria a ser guiada pelos interesses da empresa, sem influência do governo”. (G1 24/05/2018).
Como o governo supostamente representa os interesses do Estado brasileiro, o anúncio do Parente significava que os interesses do Estado brasileiro não iriam influenciar na companhia, que levaria em conta os outros interesses, os dos acionistas privados. Uma rápida apreciação sobre a situação dos acionistas da Petrobras ilumina mais essa questão.
Em 2010, a participação estatal no capital social da empresa era de 39,8% (32,1% da União e 7,7% do BNDESPar). O restante 60,2% era de capital privado.
Desse capital privado, 38% estava em mãos estrangeiras (pessoas físicas, instituições financeiras e especuladores), dos quais 29,7% eram de propriedade americana (os dois tipos de ADR, American Depositary Receipts, negociados na Bolsa de Valores de Nova York, a partir do governo de FHC).
Resumindo, perto de 40% dos lucros das operações resultantes da produção do pré-sal e dos outros campos da Petrobras são remetidos ao exterior.
A União tem o controle acionário da companhia porque detém 55,6% das ações ordinárias, que tem direito a voto. Portanto, a União controla a empresa com uma folga de apenas 5,6% do total das ações ordinárias.
Em 2010 houve uma variação nessa situação: durante o governo Lula, na chamada “cessão onerosa”, a Petrobras “pagou” em ações, à União, os 5 bilhões de barris de petróleo a ela cedidos, localizados pela ANP no pré-sal, situados em Franco. Por isso a União passou a ter 42% no capital social da Petrobras (eram 32,1%). Somando com os 7,7% do BNDESPar, significa que no capital social da Petrobras, hoje, 49,7% são de capital estatal.
Quando, no governo ilegítimo de Temer, a Petrobras, sob o comando de Pedro Parente, decide aplicar uma política de preços, “sem ingerência do Governo”, quer dizer que só levará em conta os interesses dos seus acionistas privados, em sua maioria americanos, pouco se importando com os interesses da Nação brasileira. A “nova política de preços” resulta dessa visão.
Vê-se que temos muito caminho ainda a percorrer.
Haroldo Lima – é engenheiro, consultor na área de petróleo, ex-deputado federal, ex-diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis. Membro da Comissão Política Nacional do Comitê Central do Partido Comunista do Brasil.
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Nos últimos três anos, Bahia investiu R$ 9 bilhões em energias renováveis

 Manu Dias/GOVBA.

João Ramos/AscomSDE.


            Com os melhores ventos e o melhor potencial solar do país, a Bahia tem motivos a comemorar nesta terça-feira (29), Dia Mundial da Energia. O estado tem se destacado no investimento em energias renováveis, foram quase R$ 9 bilhões nos últimos três anos, e hoje ocupa o 1º lugar na geração de energia solar e 2º em eólica. De acordo com dados da Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica), a projeção é que até o final de 2019 dobre o número de parques eólicos em funcionamento e a Bahia seja também líder na geração eólica, ultrapassando o Rio Grande do Norte. Serão mais de 200 parques espalhados pelo interior do estado, onde o potencial de geração pela força dos ventos é maior.

            Segundo a secretária de Desenvolvimento Econômico (SDE), Luiza Maia, os ventos constantes e os excelentes níveis de radiação solar farão da Bahia referência na geração de energias renováveis. "O Governo do Estado tem desenvolvido uma política de atração de investimentos através de incentivos fiscais. Participa de feiras e eventos internacionais, promovendo a Bahia e subsidiando o setor com informações pertinentes, buscando atrair novas empresas e indústrias, promovendo o desenvolvimento econômico e gerando empregos. Além disso, atua junto a outros órgãos como CDA, Inema e Iphan buscando dar celeridade aos processos de regularização fundiária, licenciamento e outorga”, afirma a secretária.

Investimentos

            Nos últimos três anos, foram implantados na Bahia 71 parques eólicos com uma capacidade instalada de 1,7 GW. Foram investidos R$ 6,7 bilhões e criados mais de 26 mil empregos. Os projetos movidos pelos ventos começaram a ser implantados no estado em 2012 e atualmente já são 102, totalizando uma capacidade instalada de mais de 2,5 GW. A previsão é que sejam investidos mais de R$ 10,7 bilhões na construção de 132 parques, com a geração de mais de 42 mil empregos e uma potência instalada de 2,8 GW. A cadeia produtiva de eólica está consolidada e gera mais de 3 mil empregos nas unidades industriais dos principais fabricantes de equipamentos do setor.

            Já o setor solar, implantou 16 empreendimentos totalizando 443 MW de potência, com investimentos de R$ 2,2 bilhões e geração de mais de 13 mil empregos. No total são 18 empreendimentos com 446 MW de potência. O primeiro projeto solar do estado foi o Estádio de Pituaçu, primeiro da América Latina a utilizar o sistema de geração fotovoltaica. A inauguração ocorreu em abril de 2012. A previsão é que sejam instalados mais nove empreendimentos com 244 MW de potência, geração de mais de 7 mil empregos e quase R$ 1 bilhão em investimentos.           

Atlas Solar
             Há uma semana, o estado ganhou mais um instrumento para atração de investimentos, o Atlas Solar da Bahia, que inclui o mapeamento, identificação e detalhamento das áreas promissoras para o aproveitamento solar, assim como a apresentação de áreas de interseção entre as fontes de geração eólica e solar do Estado que favorece a instalação de parques híbridos que façam uso de novas tecnologias atualmente em desenvolvimento.

            "As fontes solar e eólica se complementam no regime diurno e noturno, respectivamente. A geração simultânea, com o uso das duas tecnologias, torna possível reduzir a variação no fornecimento de energia, se comparada com a geração de uma delas isoladamente. A proximidade das usinas permite otimizar o uso de subestações e a rede de transmissão. Esses avanços permitem que usinas solares compartilhem os mesmos inversores e transformadores dos aerogeradores", destaca Paulo Guimarães, superintendente de Atração e Desenvolvimento de Negócios da SDE.

28.05.2018
Ascom/SDE    
     
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SEGUNDA COMEÇA COMO QUASE FERIADO NO PAÍS



Com o caos instalado por Pedro Parente na economia, muitos brasileiros não sabem o que funciona ou não, nem se terão combustível nos postos; ontem, Michel Temer, que falava em usar a força e prender empresários, fez todas as concessões aos caminhoneiros, ao custo de mais de R$ 10 bilhões, e implorou para que voltem a trabalhar. 247 BRASIL
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P&A/ Bahia Notícias: Rui lidera em todos os cenários e venceria eleições no 1º turno


BAHIA NOTÍCIAS

por Fernando Duarte
P&A/ Bahia Notícias: Rui lidera em todos os cenários e venceria eleições no 1º turno
Foto: Montagem/ Bahia Notícias
Diante de uma situação amplamente favorável à reeleição, o governador Rui Costa (PT) lidera todos os cenários para a disputa na Bahia em 2018. O petista, que deixou de enfrentar o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), considerado o mais competitivo da oposição, caminha para uma reeleição tranquila, ainda que haja o somatório das forças adversárias que, até a realização do levantamento P&A/ Bahia Notícias, estavam em separado.

Mesmo na pesquisa espontânea, quando não são citados os nomes dos postulantes ao cargo, Rui possui uma margem expressiva de vantagem com relação a outros políticos. A pesquisa foi realizada entre os dias 24 e 30 de abril, portanto, após o indicativo de que ACM Neto não seria mais candidato ao governo. No entanto, como os cenários de candidatura ainda não estão completamente definidos, foram testados diversos nomes, entre eles o de José Ronaldo (DEM) e João Gualberto (PSDB), que confirmaram a união na última sexta-feira (25), e a senadora Lídice da Mata (PSB), candidata à reeleição na Câmara Alta.

O favoritismo do governador pode ser observado desde o primeiro questionamento relacionado à disputa pelo Palácio de Ondina, quando o entrevistador não apresentou nenhum nome aos 1.120 eleitores que participaram da pesquisa. O petista foi mencionado por 19%, quase seis vezes mais do que o segundo maior percentual dessa questão: ACM Neto foi citado por 3,2% dos entrevistados, porém não estará na disputa como candidato – o prazo final para deixar a prefeitura de Salvador foi encerrado no último dia 7 de abril e ele permaneceu no posto. O outro nome com percentual expressivo é o do ex-prefeito de Feira de Santana, José Ronaldo, avaliado como principal nome das oposições para participar da disputa eleitoral de 2018. O democrata apareceu como opção para 1,4% dos eleitores. O desencanto com a política também foi observado nesse cenário: 19,1% afirmaram que não votariam em ninguém. Como espaço para crescimento dos candidatos, todavia, 56,1% dos eleitores disseram não saber ainda em quem votar. Veja o gráfico da pesquisa espontânea:

O primeiro cenário estimulado trouxe os nomes de Rui Costa, José Ronaldo, Lídice da Mata, João Henrique (PRTB), Marcos Mendes (PSOL) e João Gualberto. O governador também seria reeleito, de acordo com a pesquisa, por 47,9% dos entrevistados. Em segundo lugar, aparece o ex-prefeito de Feira de Santana, com 6,5% - a pesquisa foi realizada antes do anúncio de que DEM e PSDB marchariam unidos no pleito de outubro. Já a senadora Lídice da Mata, que se apresenta como candidata à reeleição na Câmara Alta, receberia votos de 4,9% dos eleitores. Considerando a margem de erro, João Henrique (1,7%), Marcos Mendes (0,7%) e João Gualberto (0,5%) estariam empatados tecnicamente. Nesse cenário, 15% disseram ainda não saber em quem votar e 22,7% afirmaram não votar em nenhum dos nomes citados. Veja o gráfico do cenário 1:

O segundo cenário excluiu o nome de Lídice da Mata e de João Henrique e manteve os outros quatro políticos, Rui Costa, José Ronaldo, Marcos Mendes e João Gualberto. Com esses postulantes, Rui Costa aparece com 51% das intenções de voto, enquanto José Ronaldo é opção para 6,8%. Marcos Mendes e João Gualberto empatam numericamente, sendo citados por 0,8% dos pesquisados. Não souberam em quem votar 15,8% e 24,8% disseram que não votariam em nenhum dos candidatos citados. Acompanhe o resultado graficamente:

Por último, a pesquisa P&A/ Bahia Notícias testou ainda um embate direto entre Rui Costa e José Ronaldo, o equivalente a um segundo turno entre os dois candidatos com melhor pontuação nas pesquisas. Nesse caso, o petista seria opção para 50,8% e o democrata receberia votos de 7,1% dos eleitores. O número de pessoas que afirmaram não votar em nenhum dos dois foi o maior dos cenários estimulados: 26%. Já 16,2% não souberam responder. Veja:

O levantamento ouviu 1.120 eleitores entre os dias 24 e 30 de abril e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob nº BA-04607/2018. Possui margem de erro de 3% para mais ou para menos e intervalo de confiança de 95,5%.
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Wagner e Lídice lideram disputa pelo Senado; Jutahy seria eleito sem senadora na disputa

Segunda, 28 de Maio de 2018 - 07:20

BAHIA NOTÍCIAS

por Fernando Duarte
Wagner e Lídice lideram disputa pelo Senado; Jutahy seria eleito sem senadora na disputa
Foto: Montagem/ Bahia Notícias
O ex-governador Jaques Wagner (PT) e a senadora Lídice da Mata (PSB) lideram as intenções de voto para as duas vagas ao Senado em todos os cenários em que aparecem como postulantes – e ainda aparecem como os mais citados na pesquisa espontânea. As intenções de voto observadas no levantamento P&A/ Bahia Notícias vão pressionar principalmente o grupo político do governador Rui Costa (PT), cujas informações de bastidores sugerem que Lídice estaria fora da chapa majoritária da tentativa de reeleição do petista. Como a pesquisa foi realizada entre 24 e 30 de abril, antes da apresentação formal de José Ronaldo (DEM) como candidato ao governo no grupo liderado por DEM e PSDB, o nome do ex-prefeito de Feira de Santana apareceu na pesquisa estimulada – em 2010, ele foi candidato ao Senado e não logrou êxito na disputa.

Em 2018, duas vagas para o Senado estão em disputa, o que permite cenários mais amplos para os postulantes. A pesquisa foi realizada em duas etapas, espontânea e estimulada. E, mesmo a espontânea, quando não são citados os nomes dos candidatos, o questionário foi dividido em duas etapas: o primeiro voto e o segundo voto. Sem citar os nomes de postulantes, nenhum político obteve mais do que 2% das intenções de voto. O ex-governador Jaques Wagner foi opção para 1,6% e Lídice da Mata para 1,4%. O senador Otto Alencar (PSD), que não é candidato em 2018, foi citado por 1,1% dos eleitores, e José Ronaldo, candidato ao governo, por 0,3%. Outros nomes, cujos percentuais não foram divididos nominalmente, foram opção para 1,3%. Para 15,7% dos eleitores, ninguém mereceria o primeiro voto ao Senado e 78,6% disseram não saber em quem votar.

O segundo voto espontâneo traz um cenário similar, com a senadora Lídice da Mata à frente nessa disputa, com 0,5% das intenções de voto. Em segundo, ficaria o ex-governador Jaques Wagner, com 0,2%. Outros nomes foram citados por 0,9% dos entrevistados e 17,7% disseram não votar em ninguém. A disputa por esse segundo voto ao Senado, porém estaria bem aberta: 80,7% dos eleitores não souberam responder qual seria o candidato.

A pesquisa P&A/ Bahia Notícias trabalhou com três cenários estimulados para a disputa pelas duas vagas ao Senado em 2018. Na primeira, os 1.120 entrevistados deveriam escolher duas opções entre os seis nomes citados: Jaques Wagner, Lídice da Mata, José Ronaldo, Jutahy Magalhães Jr. (PSDB), João Leão (PP) e Angelo Coronel (PSD). Como aconteceu na pesquisa espontânea, Wagner e Lídice lideram a disputa. O petista é opção para 35,9% dos eleitores, enquanto Lídice para 25,3% - mais que o dobro do terceiro colocado. O ex-prefeito de Feira de Santana e que foi confirmado como candidato ao governo após a realização da pesquisa seria opção para 12,4% e Jutahy Magalhães Jr., apesentado como candidato ao Senado na chapa de José Ronaldo, teve 11,8% das intenções de voto. O vice-governador João Leão, que deve ser candidato ao mesmo cargo, seria opção para 8,2%, e o presidente da Assembleia Legislativa da Bahia, Angelo Coronel, postulante direto ao cargo de senador nessa eleição, obteve 3,5% das intenções de voto. Para 26,5% dos entrevistados, nenhum dos nomes receberia o voto e 12,5% não souberam responder.

A menção estimulada com apenas quatro nomes do questionário anterior manteve praticamente inalteradas as posições dos candidatos citados pelo entrevistador. Jaques Wagner teria 36% dos votos e Lídice da Mata ficaria com 26,1%. Já José Ronaldo seria opção para 15,2% e Jutahy Magalhães Jr. para 13,2%. Não souberam responder 12,5% e 28,3% não votariam em nenhum dos nomes. Veja o gráfico:

Em um cenário em que a senadora Lídice da Mata seria substituída por Angelo Coronel na disputa – algo considerado provável de acordo com as informações de bastidores -, o deputado federal Jutahy Magalhães Jr. teria chance de ser eleito na segunda vaga para a Câmara Alta. Jaques Wagner segue liderando com 38,7%. Já Jutahy Jr. e José Ronaldo teriam percentual de intenções de voto muito similar. O tucano foi citado por 17,5% dos entrevistados e José Ronaldo por 17,2%, um empate técnico entre os dois que compõem o mesmo grupo político e que estarão em disputas diferentes no pleito de 2018 – a pesquisa foi realizada antes do anúncio de que Ronaldo seria candidato ao governo e Jutahy ao Senado. Já Coronel ficaria com 6,5% das intenções de voto. Para 26,1% dos eleitores, nenhum desses nomes receberia o voto e 12,5% não souberam.


O levantamento ouviu 1.120 eleitores entre os dias 24 e 30 de abril e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob nº BA-04607/2018. Possui margem de erro de 3% para mais ou para menos e intervalo de confiança de 95,5%.
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ATO DE LANÇAMENTO DA PRÉ-CANDIDATURA DE LULA EM GUANAMBI



Hoje (27), no auditório do Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Guanambi, aconteceu um ato de lançamento da pré-candidatura de LULA à presidência no município de Guanambi. 

O Diretório Municipal do PT de Guanambi aderiu a mobilização nacional do Partido dos Trabalhadores "QUEREMOS LULA PRESIDENTE" e convoca a sociedade da cidade e da região a levantar a bandeira LULA LIVRE E LULA 2018. 

O ato contou com as presenças de diversas lideranças de vários partidos políticos que usaram da palavra para defender a unidade das esquerdas e do povo brasileiro em defesa da DEMOCRACIA e DIRETAS JÁ. 

A palavra de ordem da FRENTE BRASIL POPULAR e POVO SEM MEDO é  FORA TEMER E FORA PEDRO PARENTE - RENÚNCIA JÁ E DIRETA JÁ!

O lema é ocupar as ruas, as redes sociais e as rádios e mobilizar o povo na defesa da realização de eleições livres e limpas - LULA 2018!


QUEREMOS LULA PRESIDENTE 






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