• 14.08.2018: UM DIA PARA FICAR NA HISTÓRIA DE GUANAMBI

    A TV Latinha registrou com fotos e entrevistas o Dia 14 de Agosto de 2018 – 99 anos de emancipação política de Guanambi rumo ao Centenário da cidade.

  • Guanambi 99 Anos: Abraço à Cidade da Fundação Joaquim Dias Guimarães

    Hoje (14), Dia do Aniversário de Emancipação Política de Guanambi - 99 Anos , a Fundação Joaquim Dias Guimarães - FJDG realizou o 24º Abraço à Cidade na Praça Coronel Cajaíba com a participação de crianças, jovens, adultos, idosos, autoridades, personalidades histórias e lideranças políticas, bem como de diversas entidades comunitárias e de instituições educacionais.

  • Degradação ambiental do Rio Carnaíba de Dentro e os Riachos do Belém e dos Brindes em Guanambi

    De acordo estudos de campo, observa-se que o principal problema de desenvolvimento de Guanambi é a questão ambiental, a preservação das bacias hidrográficas, os resíduos sólidos, o desmatamento das áreas verdes e degradação das áreas históricas e naturais

  • CONSELHO DA CIDADE E CONSELHO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE VISITAM O RIACHO DO BELÉM EM GUANAMBI

    Hoje 11.08 – Dia do Estudante, uma comissão do Conselho da Cidade e do Conselho Municipal de Meio Ambiente de Guanambi fez uma expedição pelo Riacho do Belém no trecho do Parque da Cidade até Ponte de Dona Dedé, onde observou-se o processo histórico de degradação da APP - Área de Preservação Permanente. Também analisou o problema do descarte de lixo, esgoto, desmatamento e queimada. Em contra posição identificou-se diversas espécies de aves, peixes, cágados e outros animais silvestres.

  • I Fórum Guanambiense de Educação Ambiental

    Hoje (08), das 8 às 13 horas, aconteceu o I FÓRUM DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DE GUANAMBI organizado pela Prefeitura Municipal, através da Secretaria Municipal de Agricultura e Meio Ambiente em parceria com o Conselho Municipal de Meio Ambiente e as secretarias de Educação, Cultura, Esporte e Lazer e de Assistência Social.

'Não existem mágoas ou rancores', diz deputado Charles Fernandes sobre Manassés

Quinta, 30 de Abril de 2020 - 16:20

BAHIA NOTÍCIAS

por Lucas Arraz / Lula Bonfim

'Não existem mágoas ou rancores', diz deputado Charles Fernandes sobre Manassés
Deputado federal Charles Fernandes (Foto: Agência Câmara)
O deputado federal Charles Fernandes (PSD-BA) comentou, nesta quinta-feira (30), sobre a condenação por abuso de poder econômico, que o deixou inelegível até 2024, e o fato do suplente Manassés (PSD) ter comemorado a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) naquela oportunidade (veja aqui).

“Não existem mágoas ou rancores de nada. Sempre fiz política olhando para frente. Enquanto prefeito de Guanambi, nunca pedi que levantassem processos contra ninguém. Sei que fui muito perseguido e, enquanto deputado, não tenho nada contra o suplente Manassés. Talvez, no calor de euforia, comportamentos podem ter sido extrapolados. Mas não existe nada”, disse o deputado.

Charles Fernandes foi condenado por abuso de poder econômico no TSE por, enquanto era prefeito de Guanambi, ter contratado mais de mil servidores temporários em 2016, ano eleitoral, quando havia a existência de aprovados em concurso público à espera da convocação.

“Acho que estava confiante que o TSE ia fazer Justiça. Essa condenação, até hoje eu não entendi. Como prefeito, o que fiz foi garantir um hospital municipal e um CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) para a população em 2015. Como isso seria abuso de poder econômico, para eu tentar eleger meu sucessor, não sei”, se defendeu o deputado.

Nesta quinta (30), Fernandes conseguiu uma grande vitória no TSE. A Corte Eleitoral decidiu manter o mandato do parlamentar, entendendo que ele podia não estar inelegível no momento da sua diplomação como deputado federal (veja aqui).

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Ministério da Saúde - Painel Coronavírus Brasil: 85.380 Casos Confirmados e 5.901 Óbitos




COVID19
Painel Coronavírus
Atualizado em: 16:50 30/04/2020


85.380
Casos Confirmados
5.901
Óbitos
6,9%
Letalidade
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Convite do IFBaiano Campus Guanambi: Live Perpectivas e Ncessidades para Agricultura em tempo de pandemia



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NOTA PÚBLICA DA APLB Sindicato – Em defesa da Vida, da Educação e dos Direitos dos Trabalhadores/as

APLB SINDICATO




Nota Pública – APLB-SINDICATO
Em Defesa da Vida, da Educação e dos Direitos dos Trabalhadores/as!

A pandemia causada pela COVID-19 afetou a vida das pessoas em todo o mundo, bem como a diversos setores, dentre eles a Educação. Uma das principais estratégias que tem sido adotada é o isolamento social, com o objetivo de prevenir a propagação do vírus. A APLB apoia essa medida e tem como principal bandeira a Preservação da Vida.  Assim, defende que o maior foco nesse momento deve ser o cuidado com a vida e todos os demais encaminhamentos devem estar alinhados a esse principio.

Diante do contexto da pandemia, começou a ser debatida, de forma destacada, a questão da Educação, no sentindo de como ficariam milhares de alunos/as nesse período, visto que um dos decretos do governo resultou na imediata suspensão das aulas. A Educação à Distância começou ser apresentada como solução para esse problema, e vários debates tem sido feito nesse sentido. A APLB Sindicato se posiciona contra a estratégia de colocar essa modalidade como solução para essa questão. Também se coloca contra o imediatismo conteúdista, busca preservar a educação de qualidade, se propondo a discutir e ajudar na construção de caminhos diante do cenário que está posto.

A Educação à Distância é uma modalidade de ensino com regulamentação própria, atualizada através do Decreto 9057 de 25 de Julho de 2017. Nessa modalidade a relação entre aluno e professor ocorre com a ajuda de ferramentas online, que são disponibilizadas no portal da Instituição de EAD escolhida. Não se trata de uma simples transposição de conteúdos e materiais didáticos para um ambiente virtual de aprendizagem (AVA), mas sobre a mediação didático-pedagógica qualificada utilizando meios e/ou tecnologias de informação e comunicação. É um importante instrumento, mas que não deve ser utilizando de forma equivocada em nome da pandemia. Apesar da legislação e demais instrumentos normativos operacionais, permitirem a EAD em contextos emergenciais, é preciso refletir sobre vários pontos que devem nortear as decisões e/ou encaminhamentos.

A internet ainda não é um meio democratizado nos domicílios brasileiros. Dados do Comitê Gestor de Internet do Brasil, em sua Pesquisa TIC Domicílios (2018), apresentam que 30% dos domicílios brasileiros não possuem nem computador nem Internet. Nesse contexto, é preciso ter consciência das condições de acesso dos estudantes às tecnologias disponíveis e internet para continuidade dos seus estudos na modalidade à distância. As atividades precisam de garantia de acesso a todos, de forma igualitária, para não gerar processos de exclusão. Seria necessário o poder público garantir acesso às tecnologias a todos os estudantes e profissionais da educação, promovendo situação de igualdade, cumprindo o que diz a Constituição no Artigo 206, que coloca o ensino a ser ministrado com base em princípios, e dentre esses, está a igualdade de condições para acesso e permanência na escola e a garantia do padrão de qualidade, ratificado pelo Artigo 3º da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Assim, a EAD deve ser vista como apoio, suporte, instrumento, pode ser utilizada como algo complementar, mas não substitui a Educação presencial.

A BNCC – Base Nacional Comum Curricular aborda dez competências gerais para a promoção do ensino aprendizagem, dentre essas destacamos a do autoconhecimento e autocuidado, que inclui o conhecer-se, apreciar-se e cuidar de sua saúde física e emocional, compreensão da diversidade humana, reconhecimento das próprias emoções e as dos outros, com autocrítica e capacidade para lidar com elas. E, a competência da empatia e cooperação, que inclui: exercitar a empatia, o diálogo, a resolução de conflitos e a cooperação, o respeito a si e ao outro, a promoção dos direitos humanos, com acolhimento e valorização da diversidade de indivíduos e de grupos sociais, levando em conta seus saberes, suas identidades, suas culturas e suas potencialidades, sem preconceitos de qualquer natureza. A EAD não dá conta dessas dimensões. Para essas é preciso a vivência, a presença, a relação professor aluno, a relação dos alunos com outros alunos e demais pessoas da comunidade escolar, ou seja, formação construída pela experiência coletiva. A escola não é uma fábrica de conteúdos, ela é espaço de relações sociais e os conteúdos são construídos considerando essa dimensão.

Educação não é mercadoria, é um direito e precisa ser vista como tal. O contexto da pandemia não pode ser utilizado para precarizar a Educação e atender aos interesses do mercado. Isso significa que, diante do cenário da pandemia, devemos ficar paralisados? Não! É preciso reagir em atenção à defesa da Educação com bem público, preservando os direitos dos alunos/as e da classe trabalhadora.

Uma das possibilidades que tem sido colocada é o ensino remoto emergencial e temporário, que são ações pedagógicas no sentido de manter algum contato com os alunos/as, fornecer algum tipo de acolhimento pedagógico solidário, assegurar a continuidade educativa para não parar totalmente o percurso escolar, pois isso pode aumentar a evasão e o abandono. Entretanto, mesmo para o ensino remoto é necessário criar condições. O Estado precisa criar condições e oportunidades de aprendizagem na medida do que for possível, considerando as diferenças e diversidade de cada lugar. Nesse processo, as Universidades podem contribuir no campo da formação continuada dos professores/as.

No cenário da pandemia não há respostas prontas. As ações precisam ser pensadas junto com quem vivencia a educação em um espirito de cooperação, considerando que o momento afeta psicologicamente a todas as pessoas, e isso impacta no ensino, na aprendizagem e na formação. No momento apropriado, caberá à comunidade escolar discutir junto com o poder público, a APLB, e demais atores, o calendário escolar e reposição das aulas, bem como possíveis novas regulamentações, tendo como linha de base a gestão democrática.

Feitas essas considerações e em consonância com estudos, reflexões, debates que tem sido feitos em âmbito nacional e local, considerando as orientações da Organização Mundial de Saúde e da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação – CNTE, no âmbito do debate sobre educação e pandemia, a APLB expressa sua posição através dos pontos a seguir:

– A principal bandeira é a preservação da vida, todos os demais pontos devem estar alinhados a essa bandeira;
– O isolamento social deve permanecer e ser respeitado, considerando que até o momento é o único método comprovadamente eficaz no combate à pandemia;
– A EAD deve ser considerada um instrumento complementar. Não deve substituir a educação regular presencial nas escolas;
– A oferta escolar em caráter oficial precisa atender aos preceitos fundamentais de acesso universal dos/as estudantes e de padrão de qualidade para TODOS/AS;
– Os princípios e diretrizes da Constituição Federal e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, devem ser inteiramente respeitados, sob pena de os gestores incorrem em crime de responsabilidade estabelecido no art. 208 da Constituição Federal, que reza: “O não-oferecimento do ensino obrigatório pelo Poder Público, ou sua oferta irregular, importa responsabilidade da autoridade competente”;
– O ensino remoto temporário e emergencial em caráter opcional e solidário, não deve ser computado como atividade letiva. Para tanto, seria necessário atender as exigências legais, sendo preciso avaliar os níveis de acesso e de aprendizagem junto aos alunos/as, com mecanismos apropriados de avaliação e participação dos Conselhos Escolares. As experiências que tem sido feitas tem sido na linha de atividades motivadoras, para manter os alunos/as interagidos;
– Em atenção ao ponto acima, é imprescindível o permanente diálogo com a comunidade escolar e os profissionais da educação para viabilizar possibilidades pedagógicas, sem comprometer as medidas de isolamento social;
– Não permitiremos nenhuma ação que assevere mais ainda as desigualdades educacionais entre alunos/as em situação de vulnerabilidade social
– Não aceitaremos imposição de métodos e tecnologias em prol de determinado agente privado (ou mesmo público);
– Anos iniciais do ensino fundamental: as atividades mediadas por tecnologias educacionais não poderão ser consideradas para o cumprimento do calendário letivo, sendo apenas de caráter complementar;
– Os contratos e as remunerações integrais dos/as trabalhadores/as em educação devem ser mantidos;
– A discussão sobre o calendário escolar e reposição das aulas será após o período de isolamento social, mantendo o principio a qualidade da aprendizagem a todos os alunos/as e as condições de trabalho aos/às educadores/as;
– As orientações explanadas aqui presentes incluem às especificidades do atendimento dos estudantes da Educação Especial, da Educação Indígena, do Campo e Quilombola, como previsto na LDB.

Como dito inicialmente, nossa prioridade é a preservação da vida, defender a educação como bem público e ver a educação como forma de combater as desigualdades e não aumentá-la. A APLB-Sindicato, amparada pelos princípios da gestão democrática, não medirá esforços no sentido de garantir o direito à Educação e a proteção da classe trabalhadora, fomentando o espirito de cooperação, cumprindo com seu papel e atenta ao cumprimento do papel da sociedade, e, sobretudo, do Estado.
Rui Oliveira
Coordenador Geral da APLB
Arielma Galvão Dos Santos
Comissão de Educação da APLB

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ARTIGO – Fábio Vilas-Boas – Quatro semanas para esmagar a curva


A pandemia de COVID-19 é um evento dinâmico e de longo prazo que exigirá um desenvolvimento quase constante de estratégias proativas para solução de problemas.
A medicina moderna tem muito, mas muito pouco, a oferecer como tratamento específico. A necessidade de contratação de pessoal especializado, aquisição de equipamentos – principalmente ventiladores pulmonares – e a montagem de uma cadeia confiável de suprimentos, conspiram contra os esforços para estruturação de uma rede de atendimento adequada. Como vamos lidar com os milhares de pacientes que precisarão de cuidados?
Primeiro, precisamos trabalhar para garantir que as intervenções baseadas na população – incluindo ações de distanciamento social, quarentena e isolamento – sejam tomadas com rapidez e prudência. Segundo, podemos usar os fundamentos estabelecidos pela ciência para guiar estratégias de intervenção.
Sob a liderança do Governador Rui Costa, estabelecemos uma Central de Comando e Controle da Saúde. Utilizando princípios bem desenvolvidos de planejamento de ações para gerenciamento de crises, expandimos drasticamente o acesso aos testes diagnósticos por meio do fortalecimento do Laboratório Central de Saúde Pública (LACEN). Ampliamos e descentralizamos a oferta de exames de biologia molecular (RT-PCR, padrão ouro) para garantir a classificação adequada de pacientes internados.
Paralelamente, elaboramos um plano para acrescentar mais de 1 mil novos leitos hospitalares, exclusivos para Covid-19. Para otimizar a eficiência do atendimento e das transferências via central de regulação, vinte e cinco Centrais Regionais de Triagem foram abertas em todo o estado.
A proteção dos profissionais de saúde também é essencial. Não enviaríamos soldados para a batalha sem coletes balísticos. Para tanto, estamos sendo estratégicos em nossos planos para o uso de EPIs e considerando alternativas extraordinárias, incluindo o emprego de máscaras de tecido, para uso generalizado da população. Montamos um programa de testagem universal para profissionais de saúde, oferecendo RT-PCR em coleta rápida, padrão “drive-through”, para identificar aqueles profissionais assintomáticos carreadores do vírus.
Nosso platô de crescimento só será atingido entre meados de junho e julho. Não é possível continuar crescendo a taxas diárias superiores a 8%. Precisamos inspirar e mobilizar o público para aderir às medidas preconizadas, imediatamente. Nesse esforço total, todos têm um papel a desempenhar e praticamente todos estão dispostos.
O objetivo não é achatar a curva; o objetivo é esmagar a curva. E com inteligência suficiente poderemos em breve começar a reativar a economia, sem colocar vidas adicionais em risco.

Fábio Vilas-Boas
Doutor em Ciências e Secretário Estadual da Saúde
Artigo publicado no jornal A Tarde, em 30 de abril de 2020.
Clique aqui para ver o arquivo original.

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Bahia registra 2.851 casos confirmados do novo coronavírus e 104 óbitos


A Bahia registra 2.851 casos confirmados do novo coronavírus (Covid-19). Considerando o número de 582 pacientes recuperados e 104 óbitos, 2.165 pessoas permanecem monitoradas pela vigilância epidemiológica e com sintomas da Covid-19, o que são chamados de casos ativos.

O boletim epidemiológico registra 7.929 casos descartados e 14.481 notificações. Existem hoje 203 profissionais de saúde com diagnóstico positivo para Covid-19. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pelo Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde da Bahia (Cievs-BA), em conjunto com os Cievs municipais.


Óbitos

A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) contabiliza 104 mortes pelo coronavírus nos seguintes municípios: Adustina (1); Água Fria (1); Araci (1); Belmonte (1); Camaçari (1); Capim Grosso (1); Catu (1), sendo que a paciente foi contaminada na capital baiana; Feira de Santana (1); Gongogi (2); Ilhéus (4); Ipiaú (2); Itabuna (3); Itagibá (1); Itapé (1); Itapetinga (2); Juazeiro (1); Lauro de Freitas (5), um dos óbitos era residente no Rio de Janeiro; Nilo Peçanha (1); Salvador (66); Uruçuca (4); Utinga (1); Vitória da Conquista (3). Estes números contabilizam todos os registros de janeiro até às 12h horas desta quarta-feira (29).Estes números contabilizam todos os registros de janeiro até às 12h horas desta quinta-feira (30).

101º óbito: Mulher de 85 anos, residente em Salvador, com histórico de doença cardiovascular crônica e neurológica, além de diabetes. Estava internada em um hospital público na capital baiana, vindo a falecer ontem (29).

102º óbito: Homem de 73 anos, residente em Salvador, com histórico de doença respiratória crônica. Estava internado em um hospital público da capital baiana, vindo a falecer em 27 de abril.

103º óbito: Homem de 66 anos, residente em Salvador, com quadro clínico de desnutrição. O paciente foi atendido em 21 de abril em uma unidade de Pronto Atendimento da capital baiana, vindo a falecer no mesmo dia.

104º óbito: Mulher de 88 anos, residente em Salvador, com histórico de hipertensão, doença pulmonar obstrutiva crônica e Alzheimer. A paciente estava internada em um hospital público na capital baiana, vindo a falecer em 27 de abril.

Ressaltamos que os números são dinâmicos e, na medida em que as investigações clínicas e epidemiológicas avançam, os casos são reavaliados, sendo passíveis de reenquadramento na sua classificação. Outras informações em saude.ba.gov.br/coronavirus.

Um novo boletim com a descrição detalhada do local de ocorrência dos casos será publicado a partir das 17h de hoje.

Fonte: Ascom/ Sesab

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