Baianos anunciam apoio à greve geral de amanhã

POLÍTICA LIVRE

Foto: Divulgação
Lídice da Mata (PSB) afirma que o governo tem a intenção de acabar com os sindicatos
Os políticos baianos da oposição anunciaram apoio à greve geral convocada pelas centrais sindicais para amanhã. Segundo Cedro Silva, presidente da CUT-BA, as manifestações contam também com o apoio das principais centrais sindicais e entidades ligadas ao trabalhador. “A greve é pelo ‘Fora Temer’, contra as reformas trabalhista e Previdenciária, a terceirização e a retirada de direitos dos trabalhadores. Todo o Estado está envolvido”, disse à Tribuna. A deputada federal Alice Portugal (PCdoB) afirmou que “estamos em um momento em que o Brasil se debate contra uma profunda crise, mas uma crise que se estende às instituições, cujo o centro desta crise é o presidente da República”. “Querem fechar essa Câmara, proibir as manifestações, chamar as Forças Armadas. Vamos realizar um grande movimento no Brasil, contra as reformas e essa agenda ultra-liberal”, completou. “Apoio a greve geral, pois ela é um instrumento que ao longo dos anos demonstrou sua importância nas lutas por diversas conquistas e melhorias para a nossa sociedade. Por meio das greves, quando atingimos o mercado financeiro e paralisamos o fluxo do capital, conseguimos chamar a atenção para nossas causas, sociais, salariais ou seja quais forem. Nós sempre iremos apoiar as manifestações por melhorias e essa greve geral é fundamental para mostrarmos nossa insatisfação com a permanência do presidente ilegítimo e as reformas desse governo elaboradas por uma classe política elitista e reacionária”, disse a vereadora Marta Rodrigues (PT) à Tribuna. Já Lídice da Mata (PSB) afirma que o governo tem a intenção de acabar com os sindicatos com a medida que põe fim ao imposto sindical. “Eu apoio a greve do dia 30 porque compreendo que os trabalhadores têm o direito de resistir e protestar contra uma reforma trabalhista que retira direitos, restringe o acesso do trabalhador à Justiça do Trabalho e dificulta sua democrática liberdade de organização”, declarou à Tribuna. Ontem, no Senado, ela também declarou que “o fundamento principal dessa reforma tem um único objetivo: tirar o direito do trabalhador e destruir os sindicados”.

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