Os 15 anos do Inema e a construção da política ambiental na Bahia
A política ambiental na Bahia não nasceu pronta, foi sendo construída ao longo do tempo, a partir de diferentes experiências institucionais e da necessidade de responder a desafios cada vez mais complexos no território.
Ainda na
década de 1970, o Estado dava seus primeiros passos com a criação do Conselho
Estadual do Meio Ambiente (CEPRAM), primeiro do país, responsável por discutir
políticas e estabelecer diretrizes para o setor. Naquele momento, o tema
ambiental ainda estava fortemente associado aos impactos da industrialização,
especialmente com a implantação do polo petroquímico, que também impulsionou a
criação do Centro de Pesquisas e Desenvolvimento (CEPED).
Com o
avanço das demandas, novas estruturas foram sendo incorporadas, como o Centro
de Recursos Ambientais (CRA), que passou a executar a política ambiental, e a
Superintendência de Recursos Hídricos (SRH), posteriormente transformada no
Instituto de Gestão das Águas e do Clima (INGÁ). Aos poucos, ficava evidente
que água, meio ambiente e desenvolvimento não poderiam mais ser tratados de
forma isolada, e que a gestão dessas áreas exigiria, cada vez mais, integração.
Servidor
de carreira desde a época do CRA, o atual diretor-geral do Inema, Eduardo
Topázio, lembra que o conceito de meio ambiente era limitado na época, sem
considerar atividades como o agronegócio no Oeste ou grandes plantações de
eucalipto (que surgiram mais tarde, nos anos 90). A virada mais significativa
desse processo ocorre em 2011, com a criação do Instituto do Meio Ambiente e
Recursos Hídricos, resultado da integração entre o IMA (Instituto do Meio
Ambiente) e o INGÁ.
“Na
época, a proposta era reunir, em uma mesma estrutura, políticas que já
dialogavam na prática, ampliando a eficiência e a capacidade de atuação do
Estado”, explica Topázio.
“Inicialmente
não foi uma tarefa fácil”, conta ele. “Um exemplo disso foi a tentativa de
fundir gestão das águas, que hoje conhecemos como outorga, e licenciamento
ambiental, uma integração que visava facilitar a tomada de decisão ambiental e
a não agressão do empreendimento, com pactuação de segurança para vizinhos e
meio ambiente”, recordou.
Na
prática, ele explica que a criação do Inema representou uma mudança estrutural
na forma de atuação do Estado. Ao reunir diferentes áreas em uma mesma
instituição, o modelo passou a integrar políticas que antes operavam de forma
fragmentada, como licenciamento ambiental, gestão das águas, biodiversidade e
uso do território.
“O que
pareceu estranho inicialmente, hoje se transformou em um instrumento
fundamental que garante mais efetividade às ações e melhores resultados para a
sociedade”, avalia o diretor.
Com mais
de três décadas de atuação na área ambiental, a servidora aposentada Hosana
Gaspar acompanhou de perto essa transição e destaca que a fusão refletia uma
necessidade já existente no cotidiano institucional. “As políticas já se
cruzavam no dia a dia. Reunir essas áreas trouxe ganhos, especialmente na
organização dos processos e no atendimento”.
Esse
movimento também foi mudando a forma como o Estado passou a olhar para a água.
Se antes ela era tratada de forma mais setorial, ao longo do tempo passou a
ocupar um lugar central no planejamento ambiental. Isso porque, na Bahia, essa
política começou a se estruturar ainda em 1995, com a Lei nº 6.855. De lá para
cá, foi ganhando novas camadas.
“Com o
tempo, a gestão das águas passou a incluir não só regulação e fiscalização, mas
também monitoramento e produção de informação”, complementa Rosane Aquino,
servidora que acompanha essa área desde os primeiros anos do CRA. “Sem o
monitoramento, não há base para os demais instrumentos da gestão ambiental”,
afirmou Rosane.
Devido à
grande extensão do Estado e à complexidade de sua rede hidrográfica, o Estado
passou a organizar seu território a partir das bacias hidrográficas, como forma
de qualificar o monitoramento e a gestão das águas. Ainda na década de 1990, a
Bahia foi dividida em Regiões Administrativas de Água (RAA), modelo que, com o
tempo, após a aprovação do Plano Estadual de Recursos Hídricos (PERH) em 2005,
evoluiu para as atuais 25 Regiões de Planejamento e Gestão das Águas (RPGAs).
Hoje, o estado conta com 14 comitês de bacias hidrográficas em funcionamento,
fortalecendo a governança sobre os recursos hídricos.
Esse cenário
de transformação também dialogava com mudanças mais amplas no país. Em 2006, a
política ambiental brasileira foi marcada por marcos regulatórios importantes,
como a criação da Lei da Mata Atlântica (Lei nº 11.428), voltada à proteção de
um dos biomas mais ameaçados, e da Lei de Gestão de Florestas Públicas (Lei nº
11.284), que instituiu o Serviço Florestal Brasileiro. Na prática, esse período
consolidou uma agenda mais estruturada de conservação da biodiversidade e de
uso sustentável dos recursos naturais, influenciando diretamente a forma como
estados como a Bahia passaram a organizar suas políticas ambientais.
A
coordenadora técnica de Regulação, Joselice Fonseca, já estava no quadro de
técnicos desde a época do IMA, em 2009, e conta que o cenário já indicava um
aumento de complexidade. “As novas atribuições na área florestal já
representavam um desafio para as equipes. Com a criação do Inema, esse processo
se intensificou. A integração da gestão de águas e clima ao licenciamento e à
área florestal trouxe ainda mais complexidade, mas também abriu oportunidades
de aprimorar os processos e qualificar a atuação do órgão”, pontua.
Foi
justamente para dar conta desse novo cenário que a atuação do Instituto também
precisou se reorganizar internamente. Para servidores que acompanharam essa
transição, a resposta veio com a integração de diferentes áreas e saberes no
cotidiano do trabalho. É o caso de José Carlos da Silveira, que iniciou no
antigo CRA e hoje atua na Unidade Regional (UR) Piemonte da Diamantina, em
Senhor do Bonfim. “Passamos a trabalhar com uma equipe multidisciplinar, que
permite dar respostas mais completas à sociedade, sempre com o objetivo de
proteger os recursos naturais e garantir o uso sustentável”, concluiu.
Ao longo
desses 15 anos, esse processo foi se consolidando na prática. O que antes
funcionava de forma separada passou, gradualmente, a ser analisado de maneira
articulada, um movimento que, mais do que reorganizar estruturas, começou a se
refletir diretamente no território e na forma como o Estado planeja e acompanha
seus recursos naturais.
Quando a
política chega ao território
Esse
processo se torna ainda mais visível quando se observa a gestão das águas na
prática. Ao longo dos 15 anos de Instituto, o Estado passou a acompanhar de
forma mais sistemática a qualidade e a disponibilidade hídrica, transformando
informação em base para o planejamento do território.
Um
exemplo disso foi a ampliação no monitoramento das águas, com investimento de
mais de R$ 23,7 milhões em planos de bacias, enquadramento de corpos d’água e
outros instrumentos que ajudam a organizar o uso desse recurso no território.
Hoje, essas informações orientam decisões, contribuem para a qualidade
ambiental e sustentam uma estrutura que se tornou referência no país, com 637
pontos de acompanhamento da água, além de redes de balneabilidade e
monitoramento hidrológico, pluviométrico e hidrogeológico.
Para
sustentar esse avanço, estruturas estratégicas também foram sendo fortalecidas
ao longo do tempo. Um dos marcos dessa trajetória foi a criação, em 2012, da
Sala de Situação de Monitoramento Ambiental, fruto de cooperação técnica com a
Agência Nacional de Águas - ANA. Hoje sob gestão da COCEP, a sala reúne equipe
multidisciplinar e tecnologia capaz de acompanhar, em tempo real, as condições
hidrometeorológicas da Bahia, apoiando a previsão de eventos críticos, como
cheias e secas.
Na área
de fiscalização, a atuação em campo também acompanhou esse movimento de
fortalecimento. Com o tempo, as operações passaram a ocorrer de forma mais
estruturada, com apoio de tecnologia e resposta mais ágil às demandas da população,
ampliando a presença do Estado no território.
Esse
avanço também se reflete na escala das ações. Até o momento, o Instituto já
recebeu mais de 37 mil denúncias ambientais, número que chega a 37.644
registros, incluindo atendimentos realizados em regime de plantão. A partir
dessas demandas e de planejamentos estratégicos, foram executadas 929 operações
de fiscalização em todo o estado, envolvendo equipes da sede e das Unidades
Regionais.
“Com o
avanço da tecnologia, a gente tem discutido cada vez mais o uso de ações
remotas. O campo continua sendo necessário, mas hoje, com imagens de satélite e
os cadastros a que o Inema tem acesso, parte dessas demandas pode ser analisada
de forma remota”, explica Miguel Calmon, diretor de Fiscalização.
Na
prática, isso permite ao Estado atuar em frentes diversas, que vão do combate
ao desmatamento e à pesca ilegal à proteção da fauna, ao controle do uso dos
recursos hídricos e ao enfrentamento de atividades como o tráfico de espécies e
a extração irregular de minério.
Parte
dessa capacidade de resposta está ancorada no uso de sistemas de monitoramento
ambiental. Um exemplo é o Projeto Harpia, desenvolvido pelo Inema desde 2016,
que utiliza imagens de satélite para identificar alterações na vegetação nativa
e fortalecer o combate ao desmatamento, especialmente na Mata Atlântica.
Criado em
um momento em que o uso de imagens de satélite ainda era pouco explorado na
gestão ambiental estadual, o sistema passou a fornecer dados contínuos e
sistematizados, fortalecendo o combate ao desmatamento, especialmente na Mata
Atlântica, e ampliando a capacidade de resposta do Estado frente a esse tipo de
pressão ambiental.
Conservação que ganha escala
A
ampliação da presença do Estado no território também se expressa na conservação
ambiental. Hoje, o Inema é responsável pela gestão de 45 Unidades de
Conservação (UC) distribuídas pelos três biomas presentes na Bahia, Mata
Atlântica, Cerrado e Caatinga, além de ter contribuído para a criação de 74
Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPNs), ampliando a proteção
ambiental também em áreas privadas.
Essa
atuação ganhou ainda mais consistência a partir de 2019, com a criação da
Diretoria de Sustentabilidade e Conservação (DISUC), que passou a integrar
diferentes frentes da política ambiental e fortalecer, na prática, a presença
do Estado nos territórios.
“Quinze
anos de trajetória institucional nos mostram o quanto foi construído, mas
também evidenciam o que ainda precisa avançar. A sustentabilidade financeira
das unidades de conservação, a regularização fundiária e a ampliação da
capacidade operacional são desafios que exigem soluções de longo prazo. O
acúmulo técnico que temos hoje é o que nos permite enfrentá-los com mais
consistência”, afirma a diretora de Sustentabilidade e Conservação do Inema,
Jeanne Florence.
Nos
últimos anos, projetos estruturantes também passaram a operar em escala mais
ampla, conectando a Bahia a agendas nacionais e internacionais. Iniciativas
como o Projeto Áreas Marinhas e Costeiras Protegidas (GEF Mar) e o Projeto
Estratégias de Conservação, Restauração e Manejo para a Biodiversidade da
Caatinga, Pampa e Pantanal (GEF Terrestre) ampliaram a atuação em ambientes
marinhos, costeiros e terrestres, promovendo conservação e uso sustentável dos
recursos naturais.
Esse
avanço também se reflete em ações cada vez mais próximas dos territórios e das
comunidades. Um exemplo é o Plano de Ação Territorial da Chapada
Diamantina–Serra da Jiboia, executado entre 2020 e 2025 em parceria com o
WWF-Brasil e a Secretaria do Meio Ambiente (Sema), que concentrou esforços na
conservação de espécies ameaçadas e na proteção de ecossistemas estratégicos.
A mesma
lógica aparece em iniciativas que conectam conservação e desenvolvimento local.
Por meio do Programa Bahia Produtiva, por exemplo, foram investidos R$ 22,5
milhões no apoio a 34 projetos voltados à biodiversidade e à inclusão
socioprodutiva em comunidades inseridas em unidades de conservação.
Já no
litoral sul, ações vinculadas ao Termo de Compromisso Socioambiental (TCSA) Porto
Sul, com investimentos superiores a R$ 45 milhões, ampliaram o monitoramento, a
fiscalização e a proteção da fauna e da flora em uma das regiões ambientalmente
mais sensíveis do estado.
Fauna
silvestre: da invisibilidade à política pública
Entre os
avanços mais visíveis dessa política, está a forma como o cuidado com a fauna
silvestre ganhou estrutura e alcance. Até a década de 1970, o tema ainda não
ocupava lugar central nas ações de conservação, cenário que foi sendo
transformado ao longo dos anos. Com a consolidação do Inema, essa agenda ganhou
estrutura e capilaridade, com a ampliação das ações de resgate, triagem e
reabilitação de animais silvestres em todo o estado.
Parte
desse avanço se materializa na expansão dos Centros de Triagem de Animais
Silvestres (CETAS), com unidades em Salvador e Cruz das Almas, além do processo
de interiorização para Barreiras, no Oeste baiano, com entrega prevista para
2026. O Instituto também prevê a implantação de quatro novas unidades em
diferentes regiões.
Os
números ajudam a dimensionar esse alcance. Em cinco anos, foram registrados
58.052 atendimentos a animais silvestres, com média superior a mil ocorrências
por mês. Desse total, 28.153 animais foram reabilitados e devolvidos ao
ambiente natural, cerca de 48,5% dos casos.
Para
garantir o retorno adequado dessas espécies, foram estruturadas ainda 41 Áreas
de Soltura de Animais Silvestres (ASAS), distribuídas pelos três biomas do
estado.
Infraestrutura
que conecta pessoas e natureza
A
presença do Inema no território também se revela na forma como os espaços
protegidos vêm sendo requalificados e apropriados pela população. Nos últimos
anos, o Instituto, em parceria com a Sema, tem ampliado investimentos em
infraestrutura, conservação e uso público, conectando proteção ambiental e
experiência do visitante.
Em
Salvador, o Parque Metropolitano de Pituaçu passa por uma ampla requalificação,
com investimento de R$ 25 milhões. As intervenções incluíram a recuperação de
15 km de ciclovia, implantação de bicicletário, pontos de apoio, além do
reforço na segurança, com câmeras e cercamento da área.
O Parque
Zoobotânico da Bahia também teve sua estrutura revitalizada, com investimento
de R$ 5 milhões, incluindo melhorias em espaços como o aviário, a Ilha dos
Macacos e o felinário, fortalecendo ações de educação ambiental e bem-estar
animal.
Já o
Parque do Abaeté, símbolo ambiental e cultural de Salvador, entrou em um novo
ciclo com a requalificação do Centro de Atividades, que recebeu investimento de
R$ 5,1 milhões. Além das melhorias estruturais, o espaço passou a abrigar o
Memorial do Abaeté, voltado à valorização da história, dos ecossistemas e da
cultura local.
No
interior, a conservação também avançou em termos de infraestrutura. O CETAS do
Oeste da Bahia foi implantado com investimento aproximado de R$ 7 milhões,
ampliando a capacidade do estado com um espaço especializado, que inclui 23
viveiros e suporte adequado para o manejo e reabilitação dos animais.
Mais do
que intervenções pontuais, essas ações refletem uma estratégia mais ampla de
presença institucional. Parte desse avanço está na ampliação das Unidades
Regionais (URs) e Postos Avançados (PAs), que hoje somam nove unidades e oito
postos distribuídos pelo estado, com presença em regiões como Oeste, Extremo
Sul, Chapada Diamantina, Sudoeste e Sertão do São Francisco, tornando mais ágil
o atendimento a demandas como licenciamento, fiscalização e monitoramento.
“As
unidades regionais surgiram ainda na época do CRA e da Superintendência de
Recursos Hídricos, com o objetivo de interiorizar a atuação dos órgãos
ambientais. Isso trouxe resultados muito positivos, principalmente pela
agilidade no atendimento às demandas da sociedade, sobretudo na área de fiscalização”,
relembra o servidor José Carlos, da UR Piemonte da Diamantina.
Ao
comparar o início da sua atuação com o cenário atual, ele destaca a ampliação
do escopo institucional como uma das mudanças mais significativas. “Quando
comecei, o foco estava mais concentrado no licenciamento ambiental e na
fiscalização de empreendimentos. Com a criação do Inema, esse papel se ampliou
de forma significativa. Hoje, o Instituto atua desde a gestão de recursos
hídricos até áreas como fauna, florestas, unidades de conservação e cadastro
ambiental rural”, explica José.
Sociedade, participação e novas agendas
À medida
que a atuação do Instituto se consolidava no território, o diálogo com a
sociedade e a inserção em novas agendas também passaram a ganhar mais espaço.
Esse movimento aparece tanto nos instrumentos tradicionais de participação,
como as audiências públicas, quanto em iniciativas que aproximam a política
ambiental do cotidiano das pessoas, conectando conservação, geração de renda e
desenvolvimento local.
Um
exemplo desse avanço é o Projeto PROT’AIR – Turismo Sustentável em Áreas
Protegidas França–Bahia, criado em 2023, que vem estruturando um modelo de
turismo aliado à conservação ambiental e à valorização dos territórios.
Com
atuação na APA Caminhos Ecológicos da Boa Esperança, no Baixo Sul, o projeto
abrange municípios como Taperoá, Valença e Nilo Peçanha, promovendo ações de
qualificação profissional, incentivo à sociobiodiversidade e fortalecimento da
economia verde. Entre as iniciativas, estão cursos de gastronomia voltados às
comunidades locais e programas de formação para o atendimento ao público
internacional.
A
cooperação internacional também vem se consolidando como parte dessa agenda. O
4º Encontro Franco-Brasileiro de Parques Naturais reforçou a parceria entre as
instituições envolvidas e ampliou o intercâmbio de experiências na gestão de
áreas protegidas, posicionando a Bahia em diálogos que ultrapassam as
fronteiras do estado.
Além da
cooperação internacional, o Instituto também tem ampliado sua atuação em redes
e projetos nacionais voltados à conservação da biodiversidade e ao
enfrentamento das mudanças climáticas, reforçando o papel da Bahia em agendas
estratégicas do setor. É a partir dessa trajetória que se projeta o futuro do
órgão.
Uma
trajetória em movimento
Quinze
anos depois, o Inema se consolida como resultado de uma construção coletiva que
segue em movimento. A atuação articulada entre diferentes áreas, a presença
cada vez mais ampla no território e o investimento contínuo em tecnologia e
estrutura reforçam o papel do Instituto como um dos principais pilares da
gestão ambiental na Bahia.
“Mais do
que uma estrutura administrativa, o Inema representa hoje um sistema em
funcionamento que articula conhecimento técnico, atuação prática e compromisso
público. Por isso, o nosso desafio é permanente: integrar, aperfeiçoar e
garantir que essa política funcione, na prática, para melhorar a vida das
pessoas”, destacou o diretor-geral, Eduardo Topázio.
Para ele,
esse caráter integrador é também o que define a complexidade do órgão. “Meio
ambiente é um tema transversal, que atravessa todas as atividades humanas. Por
isso, o Inema precisa dialogar com diferentes setores e políticas, sempre com o
objetivo de construir soluções que façam sentido para a sociedade”, concluiu o
gestor.
É nesse
movimento contínuo que a política ambiental vai ganhando forma no território,
no dia a dia, e nas transformações que ainda estão por vir.
Fonte
Valquiria
Siqueira - Ascom Sema/Inema





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