12 de ago. de 2022

Estado da Bahia investe em saúde, educação e infraestrutura para o desenvolvimento de Guanambi e toda a região sudoeste

 

HGR Maternidade Pedro Moraes/GOVBA


A região sudoeste tem sido contemplada com investimentos em saúde, infraestrutura, desenvolvimento rural, segurança hídrica, educação e outros setores que contribuem com o crescimento econômico dos municípios. Na segunda-feira (15), o Estado da Bahia vai inaugurar a maternidade e o Centro de Parto Natural (CPN) do Hospital Regional de Guanambi (HRG), que representam um investimento de R$ 9,9 milhões e se juntam a outras entregas, como a Policlínica Regional do Alto Sertão, inaugurada em novembro de 2017, que atende a 19 municípios consorciados com 18 especialidades médicas diferentes. Somados aos demais serviços realizados no HRG e no Núcleo Regional de Saúde, os recursos aplicados por meio da Secretaria da Saúde (Sesab) totalizam R$ 22,7 milhões.

                                        Policlínica de Saúde Guanambi. Foto: Paula Fróes/GOVBA

Infraestrutura


Recuperação BA-612. Foto Alberto Coutinho/GOVBA


De 2015 a agosto de 2022, a Secretaria de Infraestrutura (Seinfra) concluiu obras em mais de 700 quilômetros de rodovias no sudoeste baiano, totalizando investimento de R$ 170,8 milhões. Ainda estão em andamento serviços de recuperação e pavimentação em 163 quilômetros, no valor de R$ 13,4 milhões. Trechos em licitação completam o trabalho realizado na revitalização da malha rodoviária da região em mais 211 quilômetros, somando outros R$ 231,5 milhões em recursos investidos.  

Entre as rodovias concluídas em 2021 está a BA-612, no trecho do entroncamento da BR-030 ao acesso ao Distrito de Mutans, em Guanambi. Foram mais de 10 quilômetros recuperados com investimento de R$ 3,5 milhões. Encontra-se com licitação em andamento a pavimentação de 16 quilômetros da BA-612, entre Candiba e o distrito de Mutans. A abertura dos envelopes está prevista para ocorrer ainda neste mês de agosto. 

Em infraestrutura de aeroportos, o terminal de Vitória da Conquista entrou em operação no final de 2019 com um total de oito voos semanais para Confins (MG), Salvador e Guarulhos (SP). Batizado de Glauber Rocha, o aeroporto recebeu estação meteorológica, sinalização vertical, ampliação do terminal de passageiros e recuperação da pista de pouso e decolagem. Foram aplicados recursos da ordem de R$ 105 milhões, incluindo verbas do governo federal e do Estado da Bahia. 


Abastecimento de água


Adutora do Algodão. Foto: Pedro Moraes/GOVBA

Nesta microrregião, a Secretaria de Infraestrutura Hídrica (Sihs), por meio da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), atua em 19 dos 23 municípios. A extensa infraestrutura para trazer água para a região de Guanambi foi entregue pela Embasa, em 2012, com a 1ª etapa do Sistema Adutor do Algodão, que capta água do São Francisco em Malhada, abastece o próprio município, Iuiu, Palmas de Monte Alto, Candiba, Pindaí, Matina e Guanambi, além de localidades situadas próximas ao sistema adutor. O investimento foi de R$130 milhões. 

A 2ª etapa do Sistema Adutor do Algodão com a integração do SAA de Caetité para atender as sedes de Caetité, Lagoa Real e as localidades de Maniaçu, Morrinhos, Lagoa de Dentro e Lagoa de Fora (Caetité) e Ibitira (Rio do Antônio) (Codevasf/PAC e Próprios) reuniu investimentos de R$ 32,3 milhões. A complementação da 2ª etapa atendeu a sede de Lagoa Real e a localidade de Ibitira, em Rio do Antônio (Codevasf/PAC e Próprios), no valor de R$ 27,7 milhões.


Educação


Entre 2019 e 2021, a região sudoeste recebeu uma nova escola estadual, duas ampliações e possui seis novas unidades com obras em andamento, além de três ampliações, duas reformas, sete modernizações, a construção de um complexo esportivo e três quadras. O investimento aplicado é superior a R$ 203 milhões e inclui também uma nova escola que está em fase de licitação. Além disso, o Estado da Bahia tem feito convênios com os municípios para a construção de creches e escolas, aquisição de equipamentos e mobiliários, além de anexos e quadras poliesportivas que somam R$ 62,5 milhões.

Vitória da Conquista tem ainda a população alcançada por programas como Dignidade Menstrual, Vale-Alimentação Estudantil, Mais Estudo, Programa Retorno Escolar Seguro, Mais Presença, Primeiro Emprego, entre outros. Juntas, as ações que promovem benefícios dentro e fora da sala de aula, representam um investimento de R$ 32,7 milhões. 

Repórter: Lina Magalí

11 de ago. de 2022

A TARDE Tempo Presente: Investimentos em ferrovia são dúvida

 

A TARDE 

A possível devolução de trechos da Ferrovia Centro Atlântica (FCA) por parte da concessionária VLI foi recebida com desconfiança pelos investidores em mineração na Bahia. De acordo com a Secretaria Nacional de Transportes Terrestres do Ministério da Infraestrutura, seriam devolvidas todas as vias localizadas em território baiano até o ano de 2026.

A atual concessionária, a VLI, teria desistido de manter-se responsável pela manutenção da malha ferroviária, ao preferir renovar apenas as concessões em outros estados.

O acordo entre a VLI e o Ministério de Infraestrutura prevê o pagamento de uma indenização ao governo pelos trechos devolvidos e estes recursos remanescentes seriam aplicados na construção de duas ou três vias.

Viabilidade do trecho sul – O mais importante, entre os projetos, poderia viabilizar o trecho sul da FCA, ligando Brumado, no Sudoeste, ao Porto de Aratu, mas os 20 anos de poucos investimentos por parte da companhia não permitem plena confiabilidade.

– Quem garante que isso será de fato realizado? Como é que podemos concordar com uma proposta em que não há garantias para a Bahia, que já foi tão prejudicada pela falta do transporte de ferroviário? – questiona o presidente da Companhia Baiana de Pesquisa Mineral (CBPM), Antonio Carlos Marcial Tramm.

Resolver a logística de escoamento torna-se mais importante à medida do aumento da produção mineral baiana, ao registrar elevação de 26% contra uma queda no percentual nacional fixado em 9%.

 


A TARDE - Tempo Presente: "Chapa Nutella"

Com coordenador sendo anunciado com pompas, a nova política fica cada dia mais velha

O deputado estadual Angelo Almeida (PSB) criticou ontem em seu perfil na rede social twitter o evento do candidato ao governo do estado pelo União Brasil, ACM Neto, em Feira de Santana para anunciar a paz com o ex-prefeito da cidade, José Ronaldo, após o abalo sofrido entre os aliados depois da decisão de dar a vaga de vice à  empresária Ana Coelho (Republicanos).

– Campanha política nutella é assim! Pela primeira vez na história política da Bahia, um candidato anuncia com pompas o coordenador de campanha. É a nova política cada dia mais velha – escreveu o parlamentar.

Inicialmente prevista uma coletiva de imprensa, o evento ganhou novas cores com o discurso emocionado do ex-prefeito ao aliado feirense, coordenador de sua campanha.


BAHIA ECONÔMICA: GOVERNADOR DESTACA INVESTIMENTO DE R$ 3 BILHÕES NA AGRICULTURA FAMILIAR

 

GOVERNADOR DESTACA INVESTIMENTO DE R$ 3 BILHÕES NA AGRICULTURA FAMILIAR

BAHIA ECONÔMICA


O governador Rui Costa destacou na manhã desta segunda-feira (8) a atuação do governo estadual no fomento à agricultura familiar, relatando que foram aplicados R$ 3 bilhões na atual gestão. “Fora a capital e meia dúzia de municípios todos os outros tem investimentos fortes”, afirmou, em entrevista a radialistas da Rede Eldorado de Comunicações, de Teixeira de Freitas. No município, a partir das 9hs, o Estado inaugura a nova sede do Colégio da Polícia Militar (CPM) Anísio Teixeira e assina ordem de serviço para construção do Pelotão da Polícia Militar. Somente no extremo sul, região onde fica Teixeira de Freitas, foram alocados R$ 70 milhões na área.

Rui explicou que o estado investe em infraestrutura, maquinário, unidades de beneficiamento e apoio ao plantio e à comercialização. O gestor destaca que se o agricultor familiar produzir mais e beneficiar o produto colhido vai ganhar mais e, com maior renda, vai gastar mais no comércio local. “A Bahia tem a maior quantidade de agricultores familiares do Brasil. São 700 mil familias que sobrevivem da agricultura familiar.

Foto: divulgação

PORTAL VERMELHO: Como o 11 de Agosto da Democracia ofuscou o 7 de Setembro golpista

 

Manifesto idealizado na Faculdade de Direito da USP deve ultrapassar a marca de 1 milhão de adesões, com destaque para professores, empresários e artistas

por André Cintra

A “Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em Defesa do Estado Democrático de Direito!” – que está sendo lida publicamente nesta quinta-feira (11), em todos os estados do País – é o ponto alto (mas não único) de uma histórica contraofensiva da sociedade civil pela democracia. Em julho, o presidente Jair Bolsonaro vislumbrava que o feriado de 7 de Setembro, dia do Bicentenário da Independência, seria um marco autoritário no País. Não contava que, 27 dias antes, haveria este 11 de Agosto da Democracia.

Bolsonaro queria que a história se repetisse como farsa. Há 11 meses, na celebração do 7 de Setembro de 2021, o presidente mobilizou suas hordas em dois grandes comícios – um em Brasília, outro em São Paulo –, nos quais disparou ataques ao STF (Supremo Tribunal Federal) e ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral). O alvo preferencial foi o ministro Alexandre de Moraes, a quem chamou de “canalha”. Nos “palanques do golpe”, Bolsonaro disse ainda que não mais reconheceria as decisões do magistrado. Dias antes, ele já havia pedido formalmente ao Senado que Moraes fosse impedido de permanecer no STF.

A escalada autoritária fracassou e isolou ainda mais o presidente. Houve reações generalizadas de todos os Poderes. O coro pelo #ForaBolsonaro cresceu, assim como a rejeição ao governo, forçando um recuo tão necessário quanto constrangedor. Até o ex-presidente Michel Temer (MDB) entrou em cena e, como um ghostwriter, redigiu uma “Declaração à Nação” para que Bolsonaro assinasse, comprometendo-se publicamente a “manter diálogo permanente com os demais Poderes”, sem “esticar a corda”.

Um ano depois, a pandemia refluiu, e alguns indicadores econômicos – como as taxas de inflação e desemprego – parecem em viés de melhora, ainda que lenta e tardiamente. Mas a rejeição a Bolsonaro persiste nas alturas, o que inviabiliza a reeleição. Num intervalo de um mês, duas pesquisas do instituto Datafolha – o de maior credibilidade nos meios políticos – indicavam que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) poderia vencer as eleições de outubro já no primeiro turno, caso o quadro não se alterasse sensivelmente.

O governo apelou para medidas eleitoreiras desesperadas. Turbinou o Auxílio Brasil e o vale-gás, além de criar um voucher para caminhoneiros e taxistas. Tudo paliativo e oportunista, mas com potencial de melhorar as intenções de voto em Bolsonaro. Afinal, se dependesse apenas do legado de um governo de destruição, denunciado e desmoralizado publicamente durante a crise sanitária, o presidente já estaria eleitoralmente morto meses antes do pleito. Para piorar, é inevitável que, fora do cargo, o cerco da Justiça a Bolsonaro se amplie, com chances reais de condenação e prisão.

O temor de um fim melancólico fez o presidente se movimentar em várias frentes. Numa delas, supostamente por dentro da lei, aliados passaram a articular uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição) para blindar Bolsonaro, tornando-o senador vitalício e mantendo seu foro privilegiado. Para não pegar tão mal, esses aliados planejavam estender a manobra a todos os ex-presidentes. Mas não colou.

Foi sob essas circunstâncias adversas que Bolsonaro recorreu à farsa de mais um 7 de Setembro golpista. Durante a Convenção Eleitoral do PL, em 24 de julho, ele pediu às hordas que, no Dia da Independência, saiam às ruas “pela última vez” contra os ministros do STF – “esses pouco surdos de capa preta”. Na pauta da manifestação, sai a luta contra o inquérito das fake news, entra a mobilização contra a urna eletrônica e o sistema eleitoral. O plano maior: encher a orla da Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, de tanques do Exército e de apoiadores fanáticos para acelerar o golpe.

Desta vez, no entanto, a opinião pública se preveniu, haja vista o êxito sem precedentes da “Carta às Brasileiras e aos Brasileiros em Defesa do Estado Democrático de Direito!”. O manifesto, idealizado na Faculdade de Direito da USP (Universidade de São Paulo), deve ultrapassar a marca de 1 milhão de adesões. Há signatários de todos os segmentos, com destaque para professores, empresários e artistas – sem contar milhares de militares e policiais.

Além do mais, embora haja nas redes sociais uma explosão de mensagens em defesa do novo 7 de Setembro golpista, o entorno de Bolsonaro está dividido. A ala política teme que o presidente perca o foco na campanha eleitoral. Conforme sublinhou a colunista Malu Gaspar (O Globo), “pesquisas qualitativas da campanha e de adversários mostram que, sempre que o presidente investe contra as urnas eletrônicas e o sistema eleitoral, ele perde votos, além de passar a impressão de que já se considera derrotado”.

A cúpula das Forças Armadas avalia que a proposta de Bolsonaro, mais do que temerária, é inviável do ponto de vista logístico. Por sinal, o prefeito do Rio, Eduardo Paes, já declarou que a tradicional parada militar da Independência será realizada no local de sempre – a Avenida Presidente Vargas, no centro carioca. E agregou: “Ninguém pediu para mudar o desfile de 7 de setembro de lugar. O Exército brasileiro continua solicitando para fazer na Presidente Vargas”.

O próprio Bolsonaro teria recuado. Nesta quinta-feira (10), ele comunicou a interlocutores que já tinha desistido de mudar o script da celebração do 7 de Setembro. Mais tarde, o presidente se encontrou com Alexandre de Moraes, em Brasília, sinalizando a busca de um cessar-fogo. É impossível confiar 100% em Bolsonaro, mas não há dúvida de que este 11 de Agosto da Democracia já ofuscou – e provavelmente esvaziou – o 7 de Setembro golpista.

BAHIA ECONÔMICA: UM PROGRAMA DE RENDA MÍNIMA NA CONSTITUIÇÃO – ARMANDO AVENA

 

UM PROGRAMA DE RENDA MÍNIMA NA CONSTITUIÇÃO - ARMANDO AVENA

BAHIA ECONÔMICA

Não importa se o nome é Auxílio Brasil ou Bolsa Família, o que importa é que o Brasil e sua economia precisam de um programa de renda mínima para os milhões de brasileiros que passam fome e estão fora do mercado. O problema é que o aumento do benefício para R$ 600 reais, que começou a ser pago na última terça-feira há menos de 60 dias da eleição, não tem o status de política de governo, é apenas uma jogada eleitoral que sequer está prevista na lei orçamentária de 2023.

O Brasil precisa de um programa permanente de distribuição de renda, como o renda mínima, que tem origem nas teses liberais, e deveria estar previsto na constituição para assim evitar seu uso político.

Programas de renda mínima são bons porque não são intervencionistas, pelo contrário, são capitalistas em sua essência.  A vantagem do Auxílio Brasil ou do Bolsa Família, fica ao gosto do leitor, é que o governo – em vez de gastar o dinheiro público para custear programas de distribuição de alimentos e outros do mesmo tipo, que sempre redundam em corrupção e desvios; em vez de colocar recursos em orçamentos secretos e coisas tais, que sempre beneficiam poucos –  coloca os recursos diretamente na mão de quem precisa, que vai gastar e dinamizar a economia. Com esse dinheiro na mão, a população aumenta a demanda por bens e serviços e assim todos os setores econômicos se beneficiam.

É muito mais útil, por exemplo, distribuir esses recursos diretamente às pessoas do que subsidiar empresas que supostamente criariam empregos a um custo altíssimo ou usá-los para baixar o preço da gasolina só beneficiando quem tem automóvel.  Programas de renda mínima são essencialmente capitalistas, nada tem a ver com as ideias socialistas, pois estimulam o consumo e beneficiam os empresários sem a intervenção do governo, que não pode dizer onde o beneficiado vai gastar.

É o indivíduo, de preferência as mulheres, que decide em que vai gastar o dinheiro público, sem beneficiar este ou aquele setor como é de praxe no Brasil. E não me venham com essa ideia retrógrada de que esse tipo de programa estimula a preguiça ou coisa parecida. Claro que nenhum trabalhador vai querer um trabalho formal, pois assim ele perderá o benefício, aliás um equívoco do programa. O detentor do benefício não deveria perdê-lo se arranjasse um emprego, pelo menos temporariamente até que se estabilizasse na função, como já é feito em alguns países. A única contrapartida do programa deveria ser a colocação dos filhos na escola, afinal, a função básica da renda mínima é combater a fome e, ao mesmo tempo, gerar educação, emprego e renda.

No caso da Bahia, por exemplo, em quase 90% dos municípios são os recursos do Auxílio Brasil ou Bolsa Família, juntamente com os repasses da Previdência Social, que movimentam a economia. Em resumo: o programa de renda mínima é bom para a população e para a economia.

BRASIL MINERAL - Minério de Ferro: CVP anuncia grande descoberta na Bahia

 

As estimativas, segundo a empresa, indicam a determinação de uma reserva de minério de ferro de classe mundial superior a 500 milhões de toneladas

A CVP (Companhia Vale do Paramirim) anuncia a descoberta, na Bahia, de uma jazida de minério de ferro magnetitito que, segundo o presidente da empresa, geólogo João Cavalcanti, é similar aos depósitos de Kiruna, na Suécia, que abastecem o parque siderúrgico da Europa desde o século XVIII. “Associados a esses depósitos, identificamos, durante os trabalhos de sondagem rotativa a diamante, realizados pela Geosol, corpos de sulfetos de Cobre (Cu) e de Zinco (Zn) disseminados em rochas metavulcânicas da Formação Novo Horizonte do Grupo Rio dos Remédios, sotopostas. Esses níveis de sulfetação chegam atingir 30m de espessura”, afirma Cavalcanti.  

Ele acrescenta que o Levantamento Geológico – Topográfico em escala de detalhe, com apoio de magnetometria terrestre acusou uma extensão da mineralização do magnetitito por quase 25km. “Estaremos desenvolvendo, a partir deste mês (agosto) um programa de mapeamento geológico – topográfico mais detalhado, com escavações de trincheiras e poços, acompanhado de um programa de sondagem com malha regular, objetivando a obtenção de amostras, testemunho de sondagem dos minérios de ferro e dos sulfetos, seguido de ensaios de caracterização metalúrgica nos laboratórios da Fundação Gorceix, sob a coordenação do Dr. Fernando José Gomes – Diretor de Projetos da referida instituição”. As estimativas, segundo ele, indicam a determinação de uma reserva de minério de ferro de classe mundial superior a 500 milhões de toneladas, com teores variando entre 40% a 60% Fe. “Os recursos de minério de cobre podem alcançar a casa de 100 milhões de toneladas, com teor variando de 0,15% a 3,00% Cu. As vias de escoamento do minério de ferro do tipo magnetitito e associados se baseia em correias transportadoras tubulares de longa distância denominados “Pipe Conveyor”. O minério transportado das unidades de beneficiamento (Ferro e Cobre) chegará a um pátio de armazenamento e carregamento apropriados para uso de vagões, no município de Brumado, os quais levarão os concentrados dos materiais (Ferro e de Cobre) através das Ferrovias (FCA e FIOL) para exportação via Porto Sul (Porto de Ilhéus) ou mesmo para o mercado interno (Polo Metalúrgico de Camaçari)”, explica Cavalcanti. Ele informa que o TUP - BAMIN está sendo construído pela ERG - Eurasian Resouces Group (companhia privada) e terá capacidade para receber navios de até 200m de comprimento e 18,3m de calado. 

O presidente da CVP diz ainda que a empresa está preparada para avançar em seus objetivos exploratórios, pois tem tem no seu quadro de profissionais geólogos, engenheiros-geólogos e engenheiros de minas, “oriundos de renomadas escolas do país, das universidades federais da UFBA (Bahia) , UFOP (Escola de Minas de Ouro Preto) e UFPEL (Rio Grande do Sul), que estão sendo preparados para atuarem como exploracionistas, com objetivo principal de localizar depósitos minerais de Classe Internacional, refletindo-se no portfólio da empresa, que já conta com uma variedade de minerais de alto consumo pelo setor industrial, tais como: Jazidas de Minério de Ferro (Insumo mais consumido pela humanidade); Alumínio (Segundo produto mais consumido pela humanidade); Cobre (Terceiro produto mais consumido); Zinco (de alta aplicação na indústria metalúrgica); Lítio ( de alta aplicação na indústria Eletromecânica – Baterias de carros elétricos); Filito Carbono Grafitoso (Produção de Grafeno – utilizado na produção de baterias); e metais especiais como Ouro e Prata. Ressaltamos que todos esses depósitos minerais relacionados, estão localizados na Província do Vale do Paramirim, Região Sudoeste do estado da Bahia, envolvendo 32 municípios, com população aproximada de 2,6 milhões de habitantes”, conclui.

APLB FAZ PRESSÃO NA SEC E GOVERNO DIZ QUE VAI CHAMAR O SINDICATO PARA DISCUTIR O PAGAMENTO DOS PRECATÓRIOS DO FUNDEF

 

Fotos: Getúlio Lefundes e Ruth Helena


Faça chuva ou faça sol, a luta da APLB-Sindicato em defesa da categoria é intensa e atuante! Na manhã desta quarta-feira (10/08), os trabalhadores e trabalhadoras em Educação da rede estadual de ensino atenderam à convocação da APLB e compareceram em peso na manifestação pelo pagamento dos precatórios do FUNDEF, em frente à Secretaria Estadual de Educação. A pressão do sindicato obteve retorno do governo, que prometeu chamar a APLB, ainda esta semana, para discutir um projeto de lei para a execução do repasse. A entidade defende o repasse dos valores aos educadores com juros e sem descontos de impostos. A APLB cobrou também o pagamento da GEAP, gratificação de aprimoramento para servidores do estado e vai levar o assunto para a mesa de discussão. 

Com faixas, cartazes e palavras de ordem, educadores da capital e do interior repetiam palavras de ordem como: Governador, pague o meu precatório já! 

“Consideramos que este ato foi vitorioso. A APLB, acertadamente, convocou os trabalhadores e trabalhadoras para virem à porta da SEC reivindicar um direito nosso. Queremos que o governo nos diga como, quando e quanto cada trabalhador receberá”, disse a coordenadora em exercício da APLB, Marilene Betros.

A APLB-Sindicato espera com isso sensibilizar o governo do estado para que cumpra o que prometeu, agilizando assim, o mais rápido possível, o pagamento dos recursos. Dos quase R$ 4 bilhões que já foram depositados na conta do estado (primeira parcela), 60%, por direito, serão destinados aos educadores.






 


FOLHA DO VALE: Vinte dos 23 prefeitos do Consórcio Interfederativo de Saúde declaram apoio a Jerônimo Rodrigues


Vinte dos 23 prefeitos e prefeitas que administram cidades do Consórcio Interfederativo de Saúde (CIS) declaram apoio ao candidato a governador do Estado pelo PT, Jerônimo Rodrigues.

O prefeito de Iuiu e presidente do CIS, Reinalldo Góes (PSD) conclamou os colegas prefeitos a militarem em favor da candidatura de Jerônimo. “A minha vinda aqui é um símbolo da minha militância. Não temos dúvida que a vitória de Jerônimo, governador, e Geraldo Júnior, vice. Jerônimo significa a vitória do povo baiano, da Bahia e do Brasil”, disse Góes.

Os prefeitos que declararam apoio ao candidato petista são das cidades de Rio do Antônio, Licínio de Almeida, Palmas de Monte Alto, Malhada, Feira da Mata, Mortugaba, Tanque Novo, Urandi, Sebastião Laranjeiras,  Lagoa Real, Riacho de Santana, Pindaí, Matina, Iuiu, Carinhanha, Caetité, Caculé e Jacaraci.

Os prefeitos dos municípios de Guanambi, Candiba e Ibiassucê, declararam votos ao candidato ACM Neto (União Brasil), inclusive Reginaldo Prado (PSD), prefeito de Candiba declarou apoio ao candidato Neto na semana passada.