7 de set. de 2022

BAHIA ECONÔMICA: EMPRESA AVANÇA NA IMPLANTAÇÃO DE COMPLEXO EÓLICO NA BAHIA


EMPRESA AVANÇA NA IMPLANTAÇÃO DE COMPLEXO EÓLICO NA BAHIA

Em março passado foi concluída a  primeira fase da operação comercial. Entraram em operação  45  aerogeradores, que juntos injetaram 132 MW no sistema nacional de energia.

Localizado nos municípios de Caetité, Igaporã, Pindaí, Licínio de Almeida, Urandi e Guanambi, o Complexo Alto Sertão III  é um dos 10 maiores empreendimentos  eólicos da América Latina. É  composto de 26 parques,  208 km de linhas de transmissão e 155 aerogeradores.  O conjunto irá produzir 435  MW de energia, o suficiente para abastece  entre 900 mil e um  milhão de residências. Os investimentos passam de   R$2,5 bilhões.

Durante as obras do complexo, a empresa identificou  262 sítios arqueológicos, 551 áreas de interesse arqueológico e mais de 800 bens patrimoniais nessa região da Bahia. Os  biólogos e veterinários da empresa resgataram mais de 5 mil animais no local.  As espécies encontradas são catalogadas pelo nosso Programa de Afugentamento e Resgate de Fauna e mantidas no meio ambiente. O programa também ajuda as equipes a conhecerem melhor as espécies existentes na região e contribui com o planejamento prévio das ações de preservação ambiental que realizamos constantemente.

A Renova pediu recuperação judicial em outubro de 2019, depois que uma tentativa de venda da Fase A de Alto Sertão III para a AES Tietê fracassou. A usina deveria ter entrado em operação em 2015, mas sofreu sucessivos atrasos e teve as obras paralisadas em 2016, com 87% de construção, devido aos problemas financeiros enfrentados pela empresa renovável.

Na época, as principais sócias da Renova, Cemig e Light, também passavam por situação financeira delicada e, depois de sucessivos aportes no negócio e tentativas de reestruturação da dívida, apoiaram o pedido de recuperação judicial. Hoje, as empresas não são mais sócias da Renova.

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