Palácio Rio Branco será reaberto à visitação e vai abrigar hotel de alto padrão
Após
ser concedido à iniciativa privada, pelo Governo do Estado, o Palácio Rio
Branco, na Praça Thomé de Souza, no Centro Histórico de Salvador, será
restaurado e vai abrigar um hotel de alto padrão. A ordem de serviço para o
início imediato das obras foi assinada, nesta segunda-feira (1º), entre a
Secretaria de Turismo (Setur-BA), a Mata Holding, plataforma global de
hospitalidade responsável pelo empreendimento, e construtora André Guimarães,
que irá executar o projeto. Serão investidos R$ 250 milhões na implantação do
Hotel Allard, com a classificação seis estrelas.
“Vamos ter de volta o palácio restaurado e reaberto à
visitação pública. O novo empreendimento qualifica o destino Bahia, com a
atração de turistas de alto poder aquisitivo, o que vai injetar mais recursos
na economia e gerar novos empregos para os baianos. É o resultado de outra ação
do Governo do Estado no Centro Antigo de Salvador, que tem induzido o
aproveitamento de prédios públicos como equipamentos turísticos”, declarou o
titular da Setur-BA, Maurício Bacelar.
"O mundo está migrando do consumo material para a
busca por experiências profundas e transformadoras. Salvador reúne tudo o que o
novo turista procura: cultura, espiritualidade, história e autenticidade.
Quando unimos essa força com um palácio de quase 500 anos, a escolha da capital
baiana para receber o nosso projeto se torna algo natural”, pontuou o fundador
da Mata Holding, Alexandre Allard.
O empreendimento prevê a implantação de 90 suítes, sendo
27 no Palácio Rio Branco e as demais na área anexa ao prédio histórico, além de
piscina com vista para a Baía do Todos-os-Santos, spa internacional, três
restaurantes e academia. As obras vão gerar 2,5 mil empregos diretos.
“Vamos unir um padrão internacional de hospitalidade à preservação
desse patrimônio emblemático. O empreendimento vai atrair um público altamente
exigente e fortalecer a posição de Salvador entre os principais destinos de
luxo do mundo. A nossa expectativa é concluir a obra entre 18 e 24 meses,
respeitando o tempo e os cuidados que o restauro de um edifício construído em
1549 exige”, explicou o CEO da André Guimarães, Daniel Sande.
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