Música, sabores e diversidade na 14ª edição da Feira da Agricultura Familiar celebram a Bahia
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Foto: André Frutuoso/CAR
A cidade de Salvador está envolvida em uma explosão de música, cultura e sabores autênticos com a abertura da 14ª Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária, no Parque Costa Azul. O evento, que celebra a riqueza da agricultura familiar e acontece até este domingo (17), é uma experiência única e destaca a produção e a cultura diversificada do estado da Bahia.
Esta edição promete ser a melhor de todas, com um espaço mais amplo e confortável, apresentando mais de três mil produtos distribuídos nos 27 Armazéns Territoriais. Desde a Tenda Quilombola e Indígena até a Tenda Brasil, com produtos de 24 estados brasileiros, e a Feira Agroecológica, a diversidade é a palavra-chave.
Ritmos que Encantam
A sinergia entre música e agricultura ganha vida no palco principal a partir das 18h desta quinta-feira (14). Com a energia do axé e os tambores baianos, o grupo NegraCor, o estilo “Pop Alternativo” do Grupo Anarkas e as canções contagiantes do carismático Jau prometem animar todos os presentes. E para aquecer ainda mais o ambiente, o tablado do samba será inaugurado por Rosalvo José às 17h.
Cada dia de evento reserva novidades deliciosas. Hoje, a Cooperativa de Produção Agropecuária de Giló e Região (Coopag) lança iogurtes especiais de pinha, maracujá e integral, mantendo viva a tradição de apresentar novos produtos a cada ano. A Praça Gastronômica, com seus 19 estandes, oferece uma variedade incrível de iguarias, de moquecas a hambúrgueres de cordeiro, garantindo que cada paladar seja atendido.
Foto: André Frutuoso/CAR
Gastronomia
Além das delícias gastronômicas, a Praça Gastronômica oferece opções irresistíveis de bebidas. Desde picolés com frutas do Cerrado até chopes e cervejas de Licuri, Cacau, Umbu e Caju, o cardápio inclui ainda drinques de café, cachaçaria e muito mais.
Homenagens Especiais
A abertura oficial na quarta-feira (13) prestou homenagem a duas figuras notáveis: a líder quilombola Mãe Bernadete Pacífico e o ex-deputado Luiz Alberto, uma das maiores lideranças do movimento negro brasileiro. A presença do ministro Paulo Teixeira e do vice-governador Geraldo Júnior destacou a importância do evento.
A 14ª Feira Baiana da Agricultura Familiar e Economia Solidária é realizada pelo Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR) e da Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional (CAR), em parceria com a União das Cooperativas da Agricultura Familiar e Economia Solidária (Unicafes-Bahia), com o apoio do Ministério de Desenvolvimento Agrário (MDA) e da Fundação Luís Eduardo Magalhães (Flem).
MERECE UMA VISITA O Memorial Casa de Dona Dedé, casarão histórico, construído no final século XIX, após uma promessa do tenente coronel José Pereira (Coronel Zequinha) feita a sua esposa, serve, atualmente, como biblioteca e centro de documentação da cidade de Guanambi. A história da família Pereira Martins encanta quem visita o casarão. Móveis, objetos da época de sua construção e todos os detalhes contam histórias sobre a vida d os ex-moradores e trazem lembranças da história de Guanambi. Com a morte do Coronel Zequinha, a casa ficou para a sua filha, Deolinda Pereira Martins, conhecida na cidade como Dona Dedé, e casada com o Major Helvécio Rufino de Oliveira Martins, nomeado prefeito de Guanambi de 1933 a 1936. A casa de estilo neoclássico, com 510 metros quadrados de área construída, localizada na Rua Manoel Vitorino, às margens do Rio Carnaíba de Dentro, chama a atenção pela beleza e pelos detalhes. Em sua fachada principal, possui uma porta cent...
Não há florestas de ipês. Há ipês nas florestas. Um aqui, outro lá Como não há multidão de amigos. Há amigos na multidão. Raros, consistentes, mas poucos. O ipê marca sua presença na paisagem, como o amigo marca sua presença na memória. O olhar espraia-se na distância e o amarelo esparso prende sua atenção. No espaço vasto da memória os amigos são lembrados com nitidez, em contraste com a multidão dos conhecidos. No ipê, a flor é frágil e passageira. O tronco é sólido e resistente. O tronco é a alma. A flor é a palavra. No amigo, mais que na palavra é na alma que se apoia o coração que busca. Mais importante que aquilo que diz é aquilo que é. 0 ipê fala pouco. Dá o seu recado e esconde-se no silêncio, para voltar na hora oportuna. Falasse o ano todo, não seria tão expressivo, como o amigo que não é falastrão. Sua palavra é tesouro e não se desperdiça na sonoridade vazia. 0 ipê chama a atenção, mas não se exibe. Cumprida sua tarefa, ele se perde na vegetação que o cerca. Com...
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