Ricardo Teixeira e CBF na mira da PF
Cartola envolvido em propina de U$$ 100 milhões

DO BAHIA TODO DIA | 26/10/2011| 19h46
O jornalista inglês Andrew Jennings depôs nesta quarta (26) no Senado e complicou na vida do preesidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol). Segundo ele, o cartola, assim como seu sogro João Havelange, ex-presidente da Fifa, estão envolvidos em um esquema de fraude na Suíça no valor de U$$ 100 milhões. Desse valor, Teixeira teria recebido U$$ 10 milhões.
Jennings conseguiu a lista de beneficiários de um esquema de propina que envolveu a empresa suíça ISL, que faliu há alguns anos. Segundo ele, os envolvidos já confessaram à justiça da Suíça que receberam a propina. Segundo a investigação que ocorre no país europeu, a empresa distribuía dinheiro aos cartolas da Fifa e, em troca, ganhava o controle dos direitos de transmissão e dos contratos de patrocínio das Copas do Mundo. Os U$$ 10 milhões recebidos por Ricardo Teixeira teriam vindo por meio da empresa Sanud, com sede no paraíso fiscal de Liechtenstein.
A Polícia Federal do Brasil já está no caso e investiga a compra de um avião por US$ 1 por Ricardo Teixeira, o que é um claro indício de lavagem de dinheiro.
A CBF a Fifa, cujos dirigentes, entre os quais Teixeira, andaram rindo há uma semana da “desgraça” do ministro Orlando Silva, vão precisar se explicar claramente à polícia.
O jornalista inglês Andrew Jennings depôs nesta quarta (26) no Senado e complicou na vida do preesidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol). Segundo ele, o cartola, assim como seu sogro João Havelange, ex-presidente da Fifa, estão envolvidos em um esquema de fraude na Suíça no valor de U$$ 100 milhões. Desse valor, Teixeira teria recebido U$$ 10 milhões.
Jennings conseguiu a lista de beneficiários de um esquema de propina que envolveu a empresa suíça ISL, que faliu há alguns anos. Segundo ele, os envolvidos já confessaram à justiça da Suíça que receberam a propina. Segundo a investigação que ocorre no país europeu, a empresa distribuía dinheiro aos cartolas da Fifa e, em troca, ganhava o controle dos direitos de transmissão e dos contratos de patrocínio das Copas do Mundo. Os U$$ 10 milhões recebidos por Ricardo Teixeira teriam vindo por meio da empresa Sanud, com sede no paraíso fiscal de Liechtenstein.
A Polícia Federal do Brasil já está no caso e investiga a compra de um avião por US$ 1 por Ricardo Teixeira, o que é um claro indício de lavagem de dinheiro.
A CBF a Fifa, cujos dirigentes, entre os quais Teixeira, andaram rindo há uma semana da “desgraça” do ministro Orlando Silva, vão precisar se explicar claramente à polícia.

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