Ministro Ayres Britto: não dê bola para o Jobim. Leia o New York Times


Carter e Baker concordam: sem papelzinho, urna eletrônica foi feita para o Daniel Dantas

Por sugestão do amigo navegante FSCosta sugerimos a leitura do editorial do New York Times de 22 de junho deste ano:

“Electronic voting machines that do not produce a paper record of every vote cast cannot be trusted.”

“Não se pode confiar em urnas eletrônicas que não produzam um registro em papel de cada voto.”



O Ministro serrista e fraudador da Constituição Nelson Jobim, aquele que ajudou a defenestrar o ínclito delegado Paulo Lacerda, é o pai da urna eletrônica sem “papelzinho”.

Ministro Ayres Britto, presidente do Tribunal Superior Eleitoral, essa decisão histórica está na sua mão: tire o Brasil do atraso (e da fraude).

Reintroduza o “papelzinho” do Brizola.
Como fazem todas jovens democracias que a ONU ajudou a instalar.
Pergunte ao Jimmy Carter, ministro.
Jimmy Carter supervisiona eleições mundo afora.
Quando houve um plebiscito na Venezuela, a oposição denunciou uma fraude.
Carter estava lá.
Mandou abrir – de acordo com amostra escolhida pela Justiça Eleitoral e consentimento dos partidos – umas tantas urnas.
Comparou o resultado que estava no computador com o “papelzinho” de cada voto.
E proclamou o resultado (a vitória de Chávez).
E aqui, ministro Ayres Britto: como recontar os votos?
Logo depois da eleição roubada de George Bush, os americanos montaram uma comissão bipartidária para estudar formas de melhorar o sistema da contar votos.
Carter do lado dos democratas e James Baker pelos republicanos.
Um dos pontos centrais do relatório final: não usar urna eletrônica sem “papelzinho”.
E aqui no Brasil , Ministro, como recontar uma eleição?
Só se for com a babá eletrônica do Jobim.
Ela serve para tudo …

Paulo Henrique Amorim

Em tempo: já imaginou, amigo navegante, uma eleição apertada Serra x Dilma, o que os hackers do Daniel Dantas fariam?

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

CASARÃO DE DONA DEDÉ REÚNE CULTURA E HISTÓRIA