MERECE UMA VISITA O Memorial Casa de Dona Dedé, casarão histórico, construído no final século XIX, após uma promessa do tenente coronel José Pereira (Coronel Zequinha) feita a sua esposa, serve, atualmente, como biblioteca e centro de documentação da cidade de Guanambi. A história da família Pereira Martins encanta quem visita o casarão. Móveis, objetos da época de sua construção e todos os detalhes contam histórias sobre a vida d os ex-moradores e trazem lembranças da história de Guanambi. Com a morte do Coronel Zequinha, a casa ficou para a sua filha, Deolinda Pereira Martins, conhecida na cidade como Dona Dedé, e casada com o Major Helvécio Rufino de Oliveira Martins, nomeado prefeito de Guanambi de 1933 a 1936. A casa de estilo neoclássico, com 510 metros quadrados de área construída, localizada na Rua Manoel Vitorino, às margens do Rio Carnaíba de Dentro, chama a atenção pela beleza e pelos detalhes. Em sua fachada principal, possui uma porta cent...
Foto: Terminal Rodoviário de Guanambi, em 2023/ Wikipédia Enciclopédia Livre. O livro Dois Anos Que Transformaram a Bahia – Ação do Governo do Estado, na Gestão do Governador Nilo Coelho (1989/1991), registra na página 94, a construção do Terminal Rodoviário de Guanambi em 1991. O artigo do site da Wikipédia Enciclopédia Livre publica a história do município de Guanambi, destacando a importância do Terminal Rodoviário: “ O município ainda possui um terminal rodoviário com seis plataformas, sendo o principal ponto de apoio das linhas de ônibus intermunicipais e interestaduais que passam pela região, além de ser o maior terminal da microrregião .” Fotos: Blog do Latinha, 15 de Fevereiro de 2025. ...
Não há florestas de ipês. Há ipês nas florestas. Um aqui, outro lá Como não há multidão de amigos. Há amigos na multidão. Raros, consistentes, mas poucos. O ipê marca sua presença na paisagem, como o amigo marca sua presença na memória. O olhar espraia-se na distância e o amarelo esparso prende sua atenção. No espaço vasto da memória os amigos são lembrados com nitidez, em contraste com a multidão dos conhecidos. No ipê, a flor é frágil e passageira. O tronco é sólido e resistente. O tronco é a alma. A flor é a palavra. No amigo, mais que na palavra é na alma que se apoia o coração que busca. Mais importante que aquilo que diz é aquilo que é. 0 ipê fala pouco. Dá o seu recado e esconde-se no silêncio, para voltar na hora oportuna. Falasse o ano todo, não seria tão expressivo, como o amigo que não é falastrão. Sua palavra é tesouro e não se desperdiça na sonoridade vazia. 0 ipê chama a atenção, mas não se exibe. Cumprida sua tarefa, ele se perde na vegetação que o cerca. Com...
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