A família Teixeira é de descendência portuguesa


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De Caetité-BA, veio o Vovô Sinhô para CANDIBA, e se casou-se ainda JOVEM com sua prima JULIETA DA CRUZ RIBEIRO, descendente do Cel. POLICARPO RIBEIRO, que passou a se chamar JULIETA DA CRUZ TEIXEIRA, e com ele teve 6 filhos. Depois de viúvo, tendo a criada MILÚ para cuidar de seus filhos, veio com eles para GUANAMBI, E ADQUIRIU O TERRENO E CONSTRUIU O HOTEL CENTRAL, vindo a se casar pela segunda vez, com a Prof. Maria José Fernandes Teixeira, com quem teve mais 6 filhos. Sabe, foi o VOVÔ SINHÔ, quem trouxe em seu caminhão, os primeiros paralelepípedos para Guanambi, e a partir dai, Guanambi começou a usá-los como calçamento, pois antes, eram umas pedras de forma arredondadas, sem haver nivelamento... Em Candiba-BA, Sinhô Teixeira era o proprietário da " Fazenda Tabual", e os pais de sua esposa Julieta eram os proprietários da " Fazenda Carro-Quebrado", onde nasceu Calmerindo da Cruz Teixeira, seu segundo filho.




Os Pais do vovô Sinhô Teixeira, Manoel José Teixeira e Adelina de Jesus Teixeira, eram proprietários de grandes terras rurais, nos locais denominados " Pajeú dos Ventos, Pirajá, Paraguai e Aroeira", e ainda possuíam um casarão na RUA BARÃO, DE CAETITÉ, onde já viúva, a Bisavó ADELINA montou uma loja de grande porte de tecidos e aviamentos, que na época o povo chamava os tecidos de " fazenda", e, ela tinha o apelido de " Adelina Sabe Ler", por ser uma mulher que sabia ler e muito inteligente; além de muito sábia, destemida, era detentora de uma coragem invejável, pois saia da Cidade de Caetité-BA, indo até as suas " fazendas" ( terras rurais) nos seus distritos de Aroeira e Pajeú dos Ventos, passando por Pirajá e Paraguai, sozinha, no lombo de um cavalo, levando sua garrucha e faça como arma; - que para quem conhece, sabe que é uma grande distância, mesmo com as comodidades dos meios de transportes atuais, imaginem a cavalo. A cela de montaria lateral de seu cavalo, tinha grandes detalhes niquelados, e todos os seus acessórios. Sua coragem era tamanha e, seu tino comercial também, sendo a primeira mulher da região dos rincões da Bahia, a MONTAR A PRIMEIRA USINA DE BENEFICIAMENTO DE ALGODÃO DE TRAÇÃO ANIMAL. E FOI BEM SUCEDIDA. Dessa usina, ainda encontra-se seus sinais na sua propriedade rural , que atualmente pertence ao seu BISNETO FABÃO, FILHO DE DR. TECO E ARLINDA, sua neta, que é situada em Pajeú dos Ventos - distrito de Caetité - Bahia. Sei que minha bisavó era uma grande guerreira e ciumenta, pois os viajantes, não passavam do espaço da loja, que tinha uma porta que dava acesso a casa( a porta do meio) e, ela fechava essa porta e não permitia, que as filhas e netas que moravam com ela e estudavam, principalmente a sua neta Arlinda Teixeira Rodrigues, nome de solteira, passando com o casamento com Dr. Teco, a se chamar, Arlinda Rodrigues Donato; e ao fechar essa porta de acesso a sua residência, sempre de posse de garrucha ou na cintura, ou de forma fácil, temendo ataque de pessoa que lhe era estranha... A BISAVÓ ADELINA SABE LER, DETINHA BOA CONDIÇÃO FINANCEIRA E SEUS COPOS, JOGOS DE JANTARES e TALHERES ERAM DE PRATA. ELA ERA FILHA DE CAETITÉ-BA, UMA MULHER DE LUTA, DISPOSTA, CORAJOSA E DE GRANDE VISÃO COMERCIAL...UMA GRANDE GUERREIRA... UMA GRANDE BALOARTE !!! Fonte: Tia Anália Teixeira de Castro( sua filha caçula, professora - " in memoria" ), Vovô Sinhô( seu filho - " in memória") e Sr. Francisco Alves Filho, pessoa que a conheceu e tomou água em seus copos de prata( vivo).

CONTA-SE, QUE DEPOIS QUE A BISAVÓ ADELINA MONTOU A USINA DE BENEFICIAMENTO DE ALGODÃO DE TRAÇÃO ANIMAL, SÓ SURGIU OUTRA EM MONTE AZUL, MUITO DEPOIS.

Ah!, o casarão da Rua Barão de Caetité-BA, hoje parte dela é a casa da Professora Conceição e, a parte da esquina, onde era a loja pertence a outro dono. Essa rua é a principal rua da cidade e, continua sendo a Rua mais valorizada de Caetité, e de grande status social.


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