RUI PODE AMPLIAR ESPAÇOS DO PSB E DO PSD EM SEU SECRETARIADO

BAHIA ECONÔMICA


Com a chegada de 2017, crescem as expectativas para o anúncio da tão aguardada reforma administrativa do governador Rui Costa (PT), que prometeu mudanças em alguns dos principais cargos e secretarias de sua gestão. Uma das alterações já foi anunciada em novembro, quando o ex-governador Jaques Wagner (PT) assumiu o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Bahia, mas até o momento nenhuma outra informação oficial foi confirmada.

Ontem, a nova informação era que o PSB, da senadora Lídice da Mata, estaria de olho na Secretaria de Ciência e Tecnologia, comandada pelo PDT até o governo Wagner. A sigla teria a intenção de indicar o engenheiro José Vivaldo Souza de Mendonça Filho, que já dirigiu a CAR (Companhia de Desenvolvimento e Ação Regional), empresa pública vinculada à Secretaria de Desenvolvimento e Integração Regional (Sedir). A própria parlamentar negocia a indicação para cargos no Executivo estadual, mas não quis especificar em quais áreas. O PSB já esteve à frente da pasta do Turismo na gestão anterior. Lídice não foi localizada para comentar as informações.

Outra secretaria que deve ser alvo da reforma é a de Desenvolvimento Urbano (Sedur), que pode ser entregue a José Muniz Rebouças, ex-presidente da Companhia das Docas da Bahia (Codeba). A indicação é do PSD, do senador Otto Alencar, que também quer a Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder). Atualmente, a Sedur é comandada por Carlos Martins.
Outras duas quedas são esperadas: Josias Gomes, das Relações Institucionais, e Jorge Portugal, da Cultura. Ambos os titulares estariam aquém do desempenho esperado, e por isso devem ser desligados ainda no início deste ano. Rui havia prometido o anúncio para o final de 2016, mas até agora só existem as especulações iniciadas em outubro.

Além disso, conforme já noticiamos, há ainda a informação de que Rui deve substituir o atual secretário do Trabalho, Álvaro Gomes, por Olívia Santana, que cuida da pasta de Políticas para as Mulheres. Ambos são do PCdoB, mas Gomes não teria apresentado os resultados esperados pelo governo ao passo que Olívia está em alta com o governador. (Tribuna)
 
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