Ministério da Integração dá sinal verde para Adutora do Algodão e Canal do Sertão

BAHIA Política Livre

Foto: Divulgação
Projeto resolverá a situação hídrica no norte da Bahia
Durante reunião na sede do Ministério da Integração Nacional, em Brasília, nesta quinta-feira (17), o secretário de Infraestrutura Hídrica da pasta, Osvaldo Garcia, afirmou ao secretário de Infraestrutura Hídrica e Saneamento da Bahia, Cássio Peixoto, e ao presidente da Empresa Baiana de Águas e Saneamento (Embasa), Rogério Cedraz, que vai contribuir para a finalização da Adutora do Algodão. Ele disse que, mesmo nesse período de crise econômica, obras como a adutora é meta principal do governo da Bahia, porque beneficiam de imediato a vida de milhares de pessoas e já apresentam percentual avançado de execução. O sinal verde também foi dado em relação ao Canal do Sertão, projeto que resolverá a situação hídrica no norte da Bahia. O secretário Cássio Peixoto, destacou ter saído da reunião bastante otimista. “Afinal, garantir segurança hídrica para os baianos está entre as metas principais do governo do estado e estamos falando de intervenções que trarão uma nova realidade. No que diz respeito ao Canal do Sertão, por exemplo, a obra garantirá abastecimento de água, captada no Rio São Francisco, à população de 44 municípios da região”, pontuou. Osvaldo Garcia, por sua vez, respondeu que não há pendências na sua pasta e que estão aguardando posicionamento do Ministério do Planejamento. O pleito estadual é para a liberação de R$ 8 milhões para a conclusão do anteprojeto. O estudo de viabilidade já foi concluído e o governo baiano tem pressa para iniciar as obras, que devem somar R$ 4,9 bilhões em investimentos. “Lutar para por esses recursos significa trazer desenvolvimento para a Bahia”, reforçou Cássio Peixoto. Para a viabilização da Adutora do Algodão, conforme Rogério Cedraz, são necessários R$ 5 milhões para colocar a adutora em funcionamento; estão pendentes equipamentos e energização. Ficou acertado com o ministério um fluxo de liberação dessa verba – cinco parcelas. Contudo, cabe ainda o aval final do Ministério do Planejamento.
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