Guanambi: MEC autoriza Engenharia Civil para FG

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Marco histórico na Faculdade Guanambi, vestibular vai oferecer 100 vagas anuais para o curso de Engenharia Civil da instituição
 
O Ministério da Educação (MEC) publicou, no Diário Oficial da União desta segunda-feira (3), autorização para o funcionamento do curso de Engenharia Civil na Faculdade Guanambi. Serão ofertadas 100 vagas anuais. A autorização do MEC já vale para o vestibular 2013.2, que vai oferecer 50 vagas para a primeira turma de Engenharia Civil da FG.

A iniciativa da instituição está alinhada à necessidade atual do país, que tem forte demanda de engenheiros, chegando a absorver mão de obra especializada de outros países. Os projetos de infraestrutura social e produtiva têm sido colocados dentre os principais desafios do Brasil nos próximos anos.

A autorização do curso dá início a um novo eixo de expansão da FG, no sentido de fomentar a produção de conhecimento na área das ciências exatas. Como o primeiro Mestrado em Direito do interior do Nordeste, o curso de Engenharia Civil abre um leque de oportunidades para estudantes do semiárido baiano, que não precisam mais se deslocar para os grandes centros para ter acesso a um ensino superior de qualidade.

“O ano de 2013 vem marcando a história da Faculdade Guanambi. Nestes 10 anos, novas conquistas e projetos estão tomando forma e fortalecendo ainda mais a FG, que já é um referencial em ensino superior de qualidade na Bahia. A autorização do curso de Engenharia Civil é um marco importante no desenvolvimento econômico e social da região. E nós temos claramente definida a noção da função social histórica que cumpre a FG em nossa região”, afirma Felipe Duarte, diretor geral da FG. 

Realidade regional - Georgheton Nogueira, diretor acadêmico e administrativo da FG, e Juliana Gerab, vice-diretora acadêmica, destacam que o fluxograma do curso foi adaptado para as necessidades regionais, contendo, além das disciplinas tradicionais, conteúdos voltados para o contexto da engenharia civil a partir das características sociais, econômicas e ambientais do semiárido baiano.
 
O curso foi idealizado numa perspectiva ecológica e de gestão de recursos característicos da região como, por exemplo, a utilização das energias solar e eólica. Todas as disciplinas procuram ampliar a base de formação do engenheiro, desenvolvendo uma noção ampliada da Engenharia, sua inserção social e política, bem como seu papel na sociedade contemporânea.

Disciplinas como Tecnologias Sustentáveis para o Semiárido, Tecnologia e Sociedade, Política Habitacional, e Tecnologia e Sustentabilidade foram incluídas como inovações na matriz curricular, viabilizando maior aproximação com a realidade do semiárido. O objetivo é formar profissionais capazes de entender, participar e contribuir de forma inovadora no contexto regional, capazes de estabelecer relação entre as diversas áreas do conhecimento e a Engenharia Civil.

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