Aliado de Zé Pedágio quer jogar FHC ao mar



Na foto, o passo inicial de um minueto que vai acabar no chão

Na foto, o passo inicial de um minueto que vai acabar no chão

O Conversa Afiada reproduz comentário do amigo navegante Regis, que ficou perplexo com reportagem que leu em jornal do Ceará.

O Regis não deve ficar perplexo.

O Roberto Freire é da tropa de choque do Farol de Alexandria.

E de Zé Pedágio.

Ele faz parte daquela perigosa facção dos ex-comunistas que não resiste a um Bordeaux.

Ou a uma contribuição de campanha do pessoal do passador de bola apanhado no ato de passar bola, o Daniel Dantas.

É o caso de outro ilustre membro do PPS, Raul Jungmann.

O PPS não tem voto.

É feito o Orestes Quércia.

Clique aqui para ler “Zé Pedágio não une”

Portanto, essa entrevista deve ser interpretada como o passo inicial de minueto de um dançarino decadente, que vai se esborrachar no chão, já, já.

É como a estrepolia do González, o marketólogo de Alckmin e de Zé Pedágio – clique aqui e aqui para ver como o González se acha –, que vestiu no Alckmin uma camisa estatizante na campanha eleitoral de 2006.

E deu no que deu.

Alckmin (e González, outro gênio provincial de São Paulo) teve menos voto no segundo turno do que no primeiro.

E por falar em privatizante: Qual é o governador que mais privatiza e abre praças de pedágio no Brasil ?

Quem é, Freire ?

Quem é, Gonzalez ?

Paulo Henrique Amorim

Acompanhe amigo navegante, a pirueta do Freire, antes do tombo:

Regis
Enviado em 26/10/2009 às 9:24

PSDB terá de renegar FHC, diz presidente do PPS

Hébely Rebouças
06 Out 2009 – 03h40min

O presidente nacional do PPS e um dos principais opositores do governo
Lula, Roberto Freire, disse no programa Coletiva da TV O POVO que foi
ao ar ontem, que a campanha do PSDB à Presidência da República deverá
renegar o modelo econômico adotado pelo ex-presidente Fernando
Henrique Cardoso (PSDB).

FHC governou o Brasil entre 1995 e 2002 com base em uma linha
neoliberal, marcada por privatizações e redução da interferência do
Estado na economia.

Já prevendo comparações que podem vir à tona nas próximas eleições,
entre a chamada “Era FHC“ e a gestão de Lula, Freire defendeu que “a
política econômica de Fernando Henrique não é a do PSDB. Não vamos
associar isso ao programa de José Serra, por favor!“, insistiu, em
referência à pré-candidatura do governador de São Paulo ao Palácio do
Planalto.

Sem esconder sua preferência por Serra & ele sequer citou o nome do
governador de Minas Gerais e outra opção tucana para a disputa, Aécio
Neves &, Freire avaliou que é em Lula que se deve colar a imagem de
“monetarista“.

O presidente do PPS acusou o petista de ter dado continuidade ao
modelo que faz “banqueiro rir à toa“, classificando como “inadmissível
que o Brasil tenha uma das maiores taxas de juros do mundo“ & hoje, a
taxa de referência é cotada em 8,75%.

Mas, se por um lado, Freire teceu duras críticas a FHC, por outro, era
só elogios à postura administrativa de Serra. O ex-senador chegou a
dizer que o tucano é “mais esquerdista“ que o próprio Lula e a
ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff (PT), o nome prefeito pelo
Palácio do Planalto.

“Eu disse em 2002 e hoje repetiria com ainda mais força: o candidato
apoiado pelas esquerdas era Lula. Mas o candidato da esquerda sempre
foi Serra“ & a quem ele classificou como “desenvolvimentista“ e
“dissidente“ político.

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